co olhou para mim como se eu tivesse falado nou
o. "Estás a brincar? Acabaste de perd
clareza," respondi, a vo
a subir. "Não depois de tudo o que pass
ara a cama, o rost
fizemos por ti, de te acolhermos nesta família. É
r," disse eu, olhando-a nos olhos.
s doente, estás de luto. Precisas de ajuda, não de tomar de
ca tinha sido minha. Era a casa dele, da mãe dele
a de cabeceira. Os meus dedos moveram-se com um propósito que eu não sentia
a fazer?" per
se importa," respond
ndeu ao pri
uscar-me ao hospita
pausa do o
ue se passa
voz a falhar pela primeira vez.
a cam
arco e para a Helena. As suas caras
," disse o Marco, a ten
que vou,
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