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Não Havia Como Voltar Atrás: A Virada de Clara

Capítulo 3 

Palavras: 521    |    Lançado em: 23/06/2025

er simpático, trazia flores, ajudava com a loiça. Mas era tudo superf

nha distância. C

o nosso orçamento mensal. Tínhamos uma conta poupança conjunta, onde metíamos dinheiro todos

da conta. O meu

três mi

eita há duas semanas. O be

dizia apen

rês mil euros. Era o nosso esforço de

ei-lhe. Ele atendeu ao seg

mor! Tu

os três mil euros

A animação na voz

ia falar conti

ando a conta est

ecisa de um explicador, ele está com dificuldades na escola,

sustadora. Como se fosse a

para a casa era a solução? Sem m

esculpa universal. "Eu ia repor o dinh

eciam, pequenas "ajudas" que ele dava e que nunca eram totalmen

são mais importantes que o nosso futuro? Q

azeres sentir mal," acusou ele. "É dinheiro, Clara. Dinhe

uel. O bem-estar da noss

ma coisa não in

dela para dar a outros!" A minha voz subi

ninguém! Que exagero! Tu trabalha

me respeitas. Não respeitas o noss

ã. Três mil euros. Não era só dinheiro. Era a prova final de que e

cliques, transferi o restante saldo da conta poupança para a minha c

tinha c

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Não Havia Como Voltar Atrás: A Virada de Clara
Não Havia Como Voltar Atrás: A Virada de Clara
“Meu marido, Miguel, prometeu estar no 5º aniversário da nossa filha, Luna. Mas a sua cadeira na mesa ficou vazia, as velas do bolo derretidas. A desculpa? Uma "emergência" com a amiga viúva, Sofia, e o filho dela, Leo. Tentei ignorar, mas este era um padrão. A gota d' água veio quando descobri que Miguel transferiu 3.000€ da nossa poupança para a casa, sem o meu conhecimento, para "ajudar" Sofia. Três mil euros! O nosso futuro comprometido para sustentar outra família. Liguei-lhe, a fúria a crescer. Ele alegou novamente "emergência" . A minha sogra, em vez de me apoiar, acusou-me de egoísmo e ciúmes, defendendo a "nobreza" do seu filho. Senti-me completamente sozinha. Como pude ser tão cega? A minha filha e eu éramos apenas uma segunda opção para ele há anos. Será que ele realmente não percebia o que nos estava a fazer? Ou será que não se importava com as consequências? Quando Miguel, num último fútil esforço para me "reconquistar" , me levou diretamente para uma emboscada no café, orquestrada por Sofia e o filho dela, as minhas dúvidas desapareceram. As mentiras de uma criança e a sua covardia pública foram a confirmação. Naquele momento, a decisão foi firme. Eu queria o divórcio. E a minha nova vida começou ali, naquele instante de humilhação.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10