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O Fogo Que Me Libertou

Capítulo 3 

Palavras: 452    |    Lançado em: 23/06/2025

o rapidamente se t

? Por causa de um acidente? Eu n

lmamente. "Mas deixas

mbeiros! A Helena estava magoada, estava em pânico! O

l. A minha mãe levantou-se, pronta para interv

tava num prédio em chamas. E

o vacilar por um segun

a. "Mas não podes culpar-me por isso. E não podes acaba

ordei. "E agora, um di

r irracional. São as hormonas, o trauma. Vais arrepend

-me. A única razão pela qual eu aguentava o Tiago, a sua negligência constante e a sua devoção doen

avia bebé. Já n

u telemóvel tocou. Era a m

ago ligou-me, está destroçado! Como é que podes fa

ra estrident

l para ele?" pergu

ambém, sabes! E com o trauma de quase te ter perdido! E tu

Uma mulher que aca

para ti! Ele trabalha tanto para te dar uma boa vida! E tu retribuis assim? Por um

iência a esgotar-se. "O seu filho fez

o do hospital e, pela primeira vez, senti uma lágrima a escorrer p

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O Fogo Que Me Libertou
O Fogo Que Me Libertou
“O cheiro a queimado foi a primeira coisa que me acordou. Estava com oito meses de gravidez, presa no meu apartamento em chamas, com o alarme a gritar sem parar. Liguei para o meu marido, Tiago, com a fumaça a sufocar-me e a vida do meu bebé em perigo. Mas ele tinha uma prioridade maior: a sua amiga de infância, Helena, tinha sofrido uma 'emergência médica' . "Não posso ir agora", disse ele, a sua voz irritada, "A Helena queimou a mão a fazer café. Liga para os bombeiros." E desligou, deixando-me para trás. Acordei no hospital com a barriga vazia. O fumo ceifou a vida do meu filho. Quando Tiago apareceu, não houve uma única pergunta sobre o filho que perdemos. Em vez disso, a sua preocupação era apenas com a Helena e o seu "terrível estado de nervos" devido a uma queimadura de chaleira. E a minha sogra, Beatriz, teve a audácia de me acusar de ser egoísta por sequer pensar em divórcio num "momento tão difícil para ele". Ele deixou-me em um prédio em chamas, grávida de oito meses, para morrer com o nosso filho. E porquê? Por causa de uma queimadura trivial, um simples escaldão de chaleira na mão de outra mulher. A sua frieza, a sua escolha chocante, fez-me questionar tudo. Como pôde o homem que amei ser tão desumano? Perdi tudo, mas ganhei uma clareza gelada. No escritório da minha advogada, sentada à mesa de negociações do divórcio, decidi que a justiça seria feita. Com registos telefónicos, relatórios dos bombeiros e localização do telemóvel, eu desmascararia a verdade. Ele não só me perdeu, mas perderia tudo por ter nos abandonado a mim e ao nosso filho por uma queimadura tão trivial.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10