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O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada

Capítulo 1 

Palavras: 318    |    Lançado em: 24/06/2025

que eu ouvia. O som agudo cortava o bar

a a fechar, cada inspi

alava, mas as suas palavra

Sofia. A sua pres

, a pele a arder. O meu

o sorriso de Clara, a primeira garfada. E depois, o fog

a-lhe dito mil vezes sobr

meu rosto inchar. Viu os m

começou

ci-me completamente! Mi

le, a soluçar histeric

um acidente. A So

ar. Para respirar fundo

telemóvel, com os dedos a

o médico olhava pa

minutos e talvez não con

saiu rouca,

ar o meu

asse

telefone chamou um

, a sua voz estava

Sofia? Estou no

vi a voz cho

par, Miguel? Diz-lhe que eu s

pânico. Ela sente-se terrivelmente culpa

pai

ase m

ha voz surpreendentemente

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O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada
O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada
“Quando a sirene da ambulância se tornou a única coisa que eu ouvia, sabia que a minha vida estava por um fio. Uma boca seca, uma garganta que parecia fechar-se, resultado de um prato de sobremesa aparentemente inocente. Nozes. A Clara sabia da minha alergia mortal, e mesmo assim, colocou-as. Mas o verdadeiro veneno veio depois. No hospital, ainda tremendo entre a vida e a morte, liguei ao meu marido. Em vez de preocupação, ouvi a voz irritada do Miguel e, ao fundo, a de Clara, a chorar histericamente, com ele a consolá-la. "Ela está a ter um ataque de pânico. Não podes ter um pouco de compaixão, Sofia?" Compaixão? Eu quase morri! Pior, a minha sogra, Helena, ligou a chamar-me "dramática" e a dizer que estava a "envergonhar a família" por causa de um "pequeno erro" da Clara. De repente, eu era a vilã, a louca, a que queria destruir um casamento por "ciúme". Senti-me completamente sozinha e atacada. Eles pintaram-me como a instável, enquanto Clara, a envenenadora, foi retratada como a vítima inocente. Mas o médico disse algo que me gelou o sangue: "A sua reação alérgica foi das mais severas que já vi. Quem quer que lhe tenha feito isto, sabia exatamente o que estava a fazer." Não era um acidente. Era uma tentativa de homicídio. Por que razão a minha própria família por casamento a defendia? Que segredos estavam a esconder? Naquele momento, enquanto eles tentavam silenciar-me e humilhar-me, decidi: não mais seria a esposa compreensiva. Ergui-me, peguei no telefone e marquei o número de uma advogada. «Quero o divórcio. E quero também avançar com um processo-crime.» O jogo estava prestes a mudar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10