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O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada

Capítulo 3 

Palavras: 475    |    Lançado em: 24/06/2025

ermeira deu-me uma nova caneta de

para o apartamento que

el no centro da cidade. Um lugar

da faculdade tinha-me recomendado o nome dela há muito temp

calma e metódica. A advogada,

, Sofia. Isto é um processo-cri

ndi sem hesi

cartões de crédito conjuntos. Mudei as minhas palavras-pas

parava de tocar. Miguel. Helena. O pa

mensagens de texto

ára com esta estupide

cula. A Clara não

es agora, vais

guei-a

alguém bateu violentamente à

ia que

Miguel. O seu rosto es

endo a corrente de

queres,

re de agir como uma criança e volte para casa! Como é

o temos nada

usa de um mal-entendido! A Clara está a ser interrogada pela políci

o eu estava. Não perg

upação era a repu

ir para o inferno. E

a porta, mas e

r isto, Sofia. Eu

a. Pela primeira vez, senti um

as instruções. Sai da minha porta

us olhos cheios de um ódi

por isto,"

e embora, os seus passos pes

a. O meu coração batia dep

liber

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O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada
O Veneno na Sobremesa: A Vingança da Esposa Rejeitada
“Quando a sirene da ambulância se tornou a única coisa que eu ouvia, sabia que a minha vida estava por um fio. Uma boca seca, uma garganta que parecia fechar-se, resultado de um prato de sobremesa aparentemente inocente. Nozes. A Clara sabia da minha alergia mortal, e mesmo assim, colocou-as. Mas o verdadeiro veneno veio depois. No hospital, ainda tremendo entre a vida e a morte, liguei ao meu marido. Em vez de preocupação, ouvi a voz irritada do Miguel e, ao fundo, a de Clara, a chorar histericamente, com ele a consolá-la. "Ela está a ter um ataque de pânico. Não podes ter um pouco de compaixão, Sofia?" Compaixão? Eu quase morri! Pior, a minha sogra, Helena, ligou a chamar-me "dramática" e a dizer que estava a "envergonhar a família" por causa de um "pequeno erro" da Clara. De repente, eu era a vilã, a louca, a que queria destruir um casamento por "ciúme". Senti-me completamente sozinha e atacada. Eles pintaram-me como a instável, enquanto Clara, a envenenadora, foi retratada como a vítima inocente. Mas o médico disse algo que me gelou o sangue: "A sua reação alérgica foi das mais severas que já vi. Quem quer que lhe tenha feito isto, sabia exatamente o que estava a fazer." Não era um acidente. Era uma tentativa de homicídio. Por que razão a minha própria família por casamento a defendia? Que segredos estavam a esconder? Naquele momento, enquanto eles tentavam silenciar-me e humilhar-me, decidi: não mais seria a esposa compreensiva. Ergui-me, peguei no telefone e marquei o número de uma advogada. «Quero o divórcio. E quero também avançar com um processo-crime.» O jogo estava prestes a mudar.”
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