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O Último Adeus e o Novo Começo

Capítulo 4 

Palavras: 565    |    Lançado em: 24/06/2025

nha recebido na noite da tragédia entro

nha olhos bondosos e um a

Sra. Clara?", pergu

ondi eu, ho

mbra de tristeza a p

. "No corredor. Eu estava de serviço na urgência quando o seu

e lágrimas, as primeiras qu

urrei eu. "Obrig

omento, depois t

de um favor. U

para mim

nça do corredor de ontem à noite. A hora em q

e o que eu estava a pedir e as implicações que isso tinha. Aceder

se posso..."

parecer louca. Culpada. Estão a dizer que eu imaginei coisas, que estou a exagera

volta para mim. Vi a luta no seu ros

s anos", disse ela, a sua voz pouco mais que um

ma respiraç

ue consigo fazer.

deixando-me com um v

, a recusar visitas e a ignorar

ou. O turno dela tinha acabad

s me entregou uma pequena pen US

, sussurrou

va sozinha. Com as mãos a tremer, ins

o ficheir

Em qualidad

minha im

flirtador. Vi-o a ignorar o pager a vibrar no seu cinto, não uma, mas três vezes. Vi-o

ava a morrer a menos de cin

a chegar ao corredor. A confro

meiro instinto não foi correr para me ajudar, mas

ação a transfor

s dor. Não ha

eterminação

cheiro. Gua

is sobre um cas

m que tinha de pa

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O Último Adeus e o Novo Começo
O Último Adeus e o Novo Começo
“Meu pai estava no hospital, e o médico acabava de anunciar a sua morte. A minha barriga de três meses tremeu, o meu mundo desabou. Liguei para o meu marido, Miguel, o melhor cardiologista da cidade, mas ele não atendeu as minhas chamadas desesperadas. Desesperada, fui encontrá-lo no corredor e vi o impensável. Miguel estava a rir com a famosa atriz Sofia, tratando do pulso dela e servindo-lhe café. Tudo isso enquanto o meu pai, a poucos metros de distância, morria devido a um ataque cardíaco súbito. Naquele momento brutal, uma dor lancinante atingiu o meu abdómen, e o sangue manchou o chão branco do hospital. Perdi o meu bebé, o neto que o meu pai ansiava conhecer, no mesmo instante em que ele se foi. Miguel, o homem que jurei amar, veio ao meu quarto hospitalar com desculpas cínicas, mascarado de preocupação. Ele alegou que Sofia era uma "benfeitora importante" para o hospital e que o meu pai "iria morrer de qualquer forma". Logo depois, a minha sogra, Helena, invadiu o quarto, chamando a perda do meu filho de um "pequeno acidente". Ela culpou a minha "instabilidade emocional" pelo aborto espontâneo, enquanto Miguel acenava com a cabeça, concordando. Eles queriam que eu aceitasse, calasse e perdoasse a sua traição, como se o meu sofrimento fosse uma conveniência para eles. Senti um vazio frio, uma raiva gélida que afogava o luto. Fui tratada como uma mulher instável, que exagerava e merecia ser culpada pela sua própria tragédia. Como podiam ser tão egoístas, tão cegos pela ambição? O meu pai e o meu filho foram sacrificados pela indiferença de um homem que priorizou uma celebridade. Eu não os ia deixar varrer tudo para debaixo do tapete. Eles achavam que eu ia ceder, que a pressão e a dor me iriam quebrar. Mas eles não me conheciam. Eu tinha uma prova, um vídeo fornecido por uma enfermeira compassiva. O vídeo, em alta definição, mostrava cada riso, cada flerte, cada toque casual e cada pager ignorado. Não havia mais dor, nem luto, apenas uma determinação fria. Isto não era sobre um casamento desfeito, era sobre justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10