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Justiça Sob os Escombros

Capítulo 4 

Palavras: 490    |    Lançado em: 24/06/2025

lhava com Pedro. Não conseguia. A ideia de entrar no quarto do bebé, com o be

no centro da cidade. Paguei por uma se

e limpo. Não havia memó

o peso na minha barriga, sem os pequenos pontapés, e

am a vir, não como um dilúvio, ma

ês meses. Eu tinha reservado uma mesa no nosso restaurante favori

lhe liguei, ele

o falar agora.

dro, achas que este sofá fica melh

mento. Um apartamento que os pais dele lhe compraram. E

o que eu diss

desl

u a casa, exausto, e

adora o novo apartamento. Estive

silusão. Adormeceu em frente à televisão. Eu comi a m

stava a falar sobre os meus planos para a licença de maternidade

s não te esqueças que a tua principal prior

nunciou que queria fazer um

maravilhosa, querida! O teu pai e eu paga

so é fantástico, Sofia. Va

ários. Os dela eram para s

onsideração que eu tinha ignorado, desculpado, engolido. Tinha dito a mim me

erramoto não criou a fenda entre nós. Apenas a

era a sua prioridade. Eu era um acessório, uma

damente, tin

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Justiça Sob os Escombros
Justiça Sob os Escombros
“Eu estava grávida de sete meses, com a vida que eu e Pedro tínhamos construído a parecer perfeita, aninhada na bolha de felicidade do meu casamento, esperando por uma vida nova e promissora. Até que o chão tremeu. Fiquei presa sob os escombros do meu escritório, gravemente ferida, e enquanto eu lutava desesperadamente pela minha vida e a do nosso bebé, o meu marido, Pedro, fez uma escolha impensável. Ele conduziu quilómetros para resgatar a sua irmã adotiva, Sofia, que estava numa zona de segurança mínima, deixando-me para trás no epicentro do terramoto. Quando os bombeiros finalmente me tiraram da ruína, ensanguentada e traumatizada, a minha dor foi indescritível. Perdi o nosso filho. E a reação dele e da minha sogra não foi de preocupação ou consolo, mas sim de acusação e irritação pela minha demora. Acusaram-me de egoísmo. Sofia, com um arranhão insignificante, chorava lágrimas falsas, fazendo-se de vítima enquanto toda a atenção voltava para ela. Ninguém se importava com a minha perda, apenas com a "tragédia" que eu supostamente causei nas suas vidas perfeitas. Como puderam? Como o homem que jurei amar pôde abandonar-me, levando o seu filho à morte nos meus braços, e ainda assim preocupar-se mais com uma minúscula ferida de Sofia e os sentimentos da "família" dele? E quando, no hospital, ele me ameaçou cortar o meu acesso financeiro, percebi a verdade mais cruel de todas: eu nunca fui a sua prioridade. Nunca fui a sua verdadeira família, apenas um acessório. Mas eles cometeram um erro fatal. Pensaram que uma mulher em luto profundo seria fraca, quebrada. Enganaram-se redondamente. Em vez de sucumbir, levantei-me. Contratei a melhor advogada e decidi expor cada uma das suas mentiras e hipocrisias, incluindo os anos em que ele secretamente financiou a vida luxuosa de Sofia com o NOSSO dinheiro. Esta não seria apenas uma luta por um divórcio, mas pela minha própria dignidade, pela memória do meu filho e por uma justiça implacável. Ele e a sua "família" iriam pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10