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Quando o Fogo Consome o Amor e a Vida

Capítulo 1 

Palavras: 528    |    Lançado em: 25/06/2025

, nasceu morto à

r causa da asfixia, causa

nossa casa, a ligar para o me

nca at

eiro a desinfetante a misturar-se com o cheiro

ira ao meu lado, a descascar uma maçã com uma faca p

olha p

nha voz rouca por causa

não v

ra, um so

udia estava a ter um ataque de pâ

miga de infância. A mulher que ele

der o nosso filh

nalmente olha para mim

vida continua. O Miguel

a maçã, como se estivé

causa do calor. Abro a conversa com o Miguel.

ensagem que ele me

a a jantar para a animar. Não me ligues, prec

s t

já estava mo

tremem. Escre

quero o d

vi

pressa. Não sinto nada. É como

mediatamente. Não é uma

en

nado baixo, furioso. "Divórcio? De

?" A minha voz sai mais

ela está assim? Ela podia ter morrido! O médico disse q

O nosso filho

utro lado. Um silên

osa, ao fundo. "Miguel, quem é? Estás

m este drama, Sofia. Perdemos um filho, eu sei, é triste. Mas não é o fim do

desl

o. Olho para a minha sogra, que a

diz uma

do m

Era apenas o fim do meu mundo

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Quando o Fogo Consome o Amor e a Vida
Quando o Fogo Consome o Amor e a Vida
“Eu tinha tudo o que uma mulher podia desejar: um lar, um marido amoroso e a doce promessa de um filho, o nosso Leo. Estávamos prestes a ser a família perfeita. Mas, num piscar de olhos, tudo desabou. Presa em casa, nas chamas de um incêndio devastador, eu ligava desesperadamente ao meu marido, Miguel. O nosso bebé esperava nascer a qualquer momento. Mas ele nunca atendeu. Em vez disso, em meio ao fumo e à dor lancinante, dei à luz o nosso filho, Leo, já sem vida. No hospital, com o cheiro a queimado ainda no cabelo, soube a verdade que me rasgou a alma. Miguel não estava incontactável. Ele estava a confortar a sua prima "frágil", Cláudia, que supostamente tinha um ataque de pânico. A dor da perda foi eclipsada por uma raiva fria e uma sensação de traição indizível. A minha sogra defendeu-o: "Ele estava ocupado. O que se foi, foi-se. A vida continua." Mas a vida dele continuava, e a minha acabara. A mensagem que ele me enviou enquanto Leo morria: "A Cláudia precisa de mim. Não me ligues." Senti um vazio gélido. Como podia o homem que jurei amar abandonar-me no meu momento mais sombrio? Ele realmente não se importava, ou havia algo mais que eu não sabia? Agarrei o meu telemóvel estilhaçado e, tremendo, digitei: "Miguel, quero o divórcio." Agora, não havia volta. Eu ia desvendar a verdade por trás da sua traição e reaver a minha vida, custasse o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10