icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Pelo Lucas: A Justiça de Uma Mãe

Capítulo 2 

Palavras: 482    |    Lançado em: 25/06/2025

u vinte min

veio s

da ao seu braço, com os olho

uito mesmo", ela murmurava, c

minha direção. O seu rosto

explic

explicar. O nos

ue isso a

disse. E

. "Pedro, querido, não sejas tão dur

ela, depois voltou-se para

mas eu preciso de sa

alhar, Pedro. Ond

para resolver um a

importante c

e não sabes. A Sofia estava a passar por um

ão

estava a consolar uma mulher p

vontade sú

amargo

", perguntei, com a v

o veterinário disse que ele vai fi

eu. "Pelo menos algué

tinha estado a ob

se importa! Está a fazer pia

u para mim

vorciar-n

nha boca antes que

, soube que era a únic

a of

mim como se eu ti

morrer, e tu estás a pensar em divórcio?

Pedro. O filho que tu deixaste morrer

xei morrer! E

Se tivesses atendido u

ua raiva vacilou, substituí

urou

ado. A Sofia pr

Lucas

o resp

eu, com a voz baixa

o. "Vamos, querido. Ela não

aram-se

nto que o meu

mero desc

en

ar com a Sra

im

investigar a morte do seu filho, Lucas Costa

Reclame seu bônus no App

Abrir
Pelo Lucas: A Justiça de Uma Mãe
Pelo Lucas: A Justiça de Uma Mãe
“Meu filho Lucas morreu no seu terceiro aniversário. Ele estava na creche, brincando no escorrega, e uma queda levou-o para sempre. Mas o meu marido, Pedro, não atendeu nenhuma das minhas dezoito chamadas. Ele estava a almoçar com a ex-namorada, Sofia, e quando finalmente atendeu, culpou-me pela morte do nosso filho. A raiva fria que me tomou foi além da dor quando a minha sogra, Dona Elvira, me esbofeteou no hospital, gritando que eu era uma "mãe inútil". Pedro chegou com Sofia, que fingia lágrimas, e defendia-se dizendo que ela "estava a passar por um momento difícil" porque o "cão dela foi atropelado". Meu filho estava morto, e o cão dela era mais importante. Aquele momento esvaziou-me e decidi pedir o divórcio. Quando a polícia ligou, uma mensagem anónima surgiu: "Eu sei o que realmente aconteceu na creche. Não foi um acidente." A cozinheira Clara revelou que a professora Inês, sobrinha da diretora, empurrou o Lucas. Mas depois Clara retirou o depoimento, pressionada. O sistema ia deixar a assassina do meu filho impune? Pedro não acreditava em mim. Não havia mais para onde correr, nem em quem confiar. Se a justiça não me ajudaria, eu teria que ir buscá-la sozinha. Foi por Lucas. E o inferno veio comigo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10