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Corações Partidos, Verdades Expostas

Capítulo 3 

Palavras: 551    |    Lançado em: 25/06/2025

ois, Clara entrou

nte desarrumado, como se tivesse saído de casa à pressa. Era

s, eu vim assim que sou

o mesmo que eu sentira no carro de Pedro

nte, o meu corpo a r

l," disse eu, a

via com uma expressão de profunda compaixão, abanando a cabeça nos

ma atriz

hando para mim com os seus grandes olhos castanhos. "Ele sen

de mim, tão forte que tiv

osamente calma. "Ele está em Faro, não é

apidamente. "Sim, exatamente. Uma coisa terrível. Ele es

a. "É um bom carro para uma viagem longa. Con

ara. Ela abriu a boca para dizer

a testa franzida em confusão. "Bo

nsurdecedor. Clara olhava para mim, os s

não i

nte, a 'viagem de trabalho' do meu marido era, na verdade,

ua mão a voar par

gunta-lhe porque é que ela atendeu o telemóvel do me

como um fantasma.

jentas enquanto o meu pai está numa cama de hospital? Tu vieste aqui,

pelo rosto de Clara. "Não foi ass

e sem alegria. "Então explica-me. Explic

chorar, a sua fachada de amiga perfei

com puro nojo. "Sai

seu rosto uma máscara de desespero, ant

sado, preenchido apenas pelo som da minha

e. Mas não me sentia melh

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Corações Partidos, Verdades Expostas
Corações Partidos, Verdades Expostas
“A chamada veio às três da manhã. O meu pai teve um ataque cardíaco e estava no hospital. Desesperei-me, agarrei nas chaves, mas lembrei-me que o meu carro estava com o Pedro, o meu marido. Liguei-lhe, a voz sonolenta e irritada. Pedi o carro com urgência. Foi então que ouvi uma voz feminina, abafada, perguntar: "Quem é, querido?". Era a Clara, a minha "melhor amiga". O sangue gelou nas minhas veias. Ele mentiu, disse que estava em "trabalho" em Faro – a cidade natal dela. Depois, desligou-me na cara, abandonando-me no pior momento da minha vida. Mas a sua audácia não parou aí. No hospital, a minha irmã disse que a Clara estava a caminho. Pedro, o meu marido adúltero, enviou a sua amante para se fazer de amiga solidária, encobrindo a sua própria cobardia. Como podiam ser tão desprezíveis? Enquanto o meu pai lutava pela vida, o meu marido e a minha melhor amiga tramavam este teatro repugnante. O vazio da traição e a frieza do desprezo eram insuportáveis, mas a raiva fervia dentro de mim. Quando Clara chegou, com a sua performance de "amiga preocupada", a fachada de hipocrisia desmoronou-se. Ali, na sala de espera do hospital, com o meu pai entre a vida e a morte, eu olhei para ela e para a minha irmã. Ia jogar segundo as minhas regras. E ia expor a verdade, custe o que custar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10