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O Dia em Que Ele Escolheu Outra

Capítulo 3 

Palavras: 481    |    Lançado em: 25/06/2025

um borrão de fraldas, ma

minha rocha, o m

ão mandou uma única mensa

ssemos desaparec

o nascimento do Leo

ro, a minha sogr

ão severa, os seus olhos percorrer

stá o m

sem sequer me

a cozinha, limpand

a Laura. O Leo

a minha mãe completame

cio, Ana? Enlouqueceste? Queres

acusadora, c

me no parto para cuidar da ex-na

om desagradáv

que era correto, ele é um homem de bom coração. Tu é que és uma

ra nobre por

ntas nem cuida de um re

nterveio, a s

a Ana e o Pedro. A senh

u-se para a minha

fazer? És só a mãe dela. Eu sou a

ra o quarto on

ser um herói. E tu, Ana, em vez de o apoiares, estás a c

meu sangu

luz o filho dele! Sozinha! Onde est

epetir? Tu e o bebé estavam seguros num hosp

entenderia. Para ela,

vá-se embora

saiu trémula

chocada, como se eu

sar-me? Da cas

este momento, eu e o meu filho

do de ódio, deu meia volta e s

i no sofá

mãe ab

inha filha. Fiz

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O Dia em Que Ele Escolheu Outra
O Dia em Que Ele Escolheu Outra
“No dia em que o meu filho nasceu, o meu marido, Pedro, estava a doar sangue à sua ex-namorada, Sofia. Eu estava sozinha na sala de parto, a minha visão turva pelo suor e pelas lágrimas. Onde estava o Pedro? Ele dissera que era uma emergência, que Sofia tinha um tipo de sangue raro, o mesmo que o dele. Que ela precisava dele, que a vida dela estava em risco. E a nossa? A do nosso filho? Ninguém importava? Ele desligou-me o telefone na cara, pedindo-me para ser compreensiva. Eu dei à luz sozinha, enquanto ele se fazia de herói para a sua ex. Quando pedi o divórcio, ele chamou-me egoísta, disse que eu só pensava em mim. Que a Sofia tinha tentado suicidar-se e que ele a não podia abandonar. A sua mãe, Dona Laura, veio a minha casa para me acusar de ser uma ingrata, uma louca. Disse que o Pedro era um homem nobre, um herói por salvar uma vida. Eu sentia-me esmagada, uma mãe recém-nascida sozinha e julgada. Até que recebi uma mensagem anónima. "Sou a Marta, irmã da Sofia. O Pedro mentiu sobre tudo. É sobre a Sofia. Amanhã, 15h, no café da Praça da República. É importante." Que mentiras? O que mais poderia ter acontecido? O encontro com a Marta desvendou uma verdade tão horrível que fez o meu mundo desabar. O Pedro não era um herói, era um monstro, um manipulador cobarde. Ele usou a doença mental da sua ex-namorada para me abandonar e justificar as suas ações vis. A raiva, antes dormente, acendeu-se, tornando-se o meu combustível. Desta vez, eu não ia ficar calada. Eu ia lutar. Eu ia lutar pelo meu filho, pelo meu Leo, e por mim. Ver-nos-íamos no tribunal.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10