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O Diário Que Virou o Jogo

Capítulo 3 

Palavras: 586    |    Lançado em: 25/06/2025

chegou pou

o, o seu rosto vinc

minha

. Chorei nos braços dele, soluçando to

apenas me segurou,

ele afastou-se e limpou as m

isse ele suavemente.

ntindo um a

ti as minhas roupas e, com a ajuda

Eles tinham desapar

silencioso. Eu olhava pela janela, as

tivesse a acordar d

a à espera na porta. Ela abraçou-m

querida. Si

tas, mãe

comida caseira e a familiaridade do lug

pela primeira ve

cuperei lentamente. Fí

ram de mim, nunca

ligou. Ne

cebi uma chamada

Dr. Almeida. Represent

era formal

rda com o divórcio. Ele espera que

ondi, a minha voz firme

o vosso acordo pré-nupcial, em caso de divórcio iniciado por si sem uma causa justif

ro. Era sempre

o dele," disse eu. "Só

to, o Sr. Bastos insiste que a senhora não tem bas

e. Vemo-nos

ne, o meu coração

isto difícil.

i uma série de mensagens. E

nseguir um cêntimo do meu irmão? Ele

a por ele te ter t

para o resto da tua vida.

responder. As palavras

ai entrou na sala,

ecebi uma

uem,

imo para a oficina..

oficina do meu pai era o sonho da vida dele. Ele ti

sim, can

de risco. Mas eu sei... eu sei que f

a tentar de

a o divórcio. Ele estava a tentar q

tristeza. Uma raiva

guerra, entã

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O Diário Que Virou o Jogo
“Ana, traumatizada pela perda do nosso bebé, encontro-me no quarto gelado do hospital. O cheiro a desinfetante sufoca-me. O meu rosto no reflexo da janela está pálido, sem cor. Leo, o meu marido, não está aqui. A sua mãe, Inês, senta-se impassível, absorta no telemóvel. Acabei de sofrer um aborto espontâneo. O médico disse que foi por stress. Liguei a Leo, as mãos a tremer. Chamou, chamou, e depois foi para o voicemail. Minutos depois, uma notificação. A irmã de Leo, Sofia, publica uma foto: ela, Leo e os pais dele, sorridentes, num restaurante caro. "A celebrar o novo contrato do meu irmão! Família em primeiro lugar!" A foto foi tirada há dez minutos. Família. Aparentemente, eu não fazia parte dela. Quando finalmente atende, a voz rouca de raiva. "Eu sei. A minha mãe já me disse. Olha, não faças um drama por causa disto. Já aconteceu. És jovem, podemos tentar outra vez." «Não faças um drama?» Repeti, incrédula. «Leo, era o nosso filho!» Ele desligou. Foi então que a minha sogra Inês levantou os olhos do telemóvel, o olhar gélido. "Não o incomodes. Ele tem coisas mais importantes para fazer do que ouvir as tuas lamúrias. Uma mulher deve saber o seu lugar e não ser um fardo." Um fardo. Era isso que eu era. Um fardo que perdera o seu filho. As lágrimas desceram, mas a dor transformou-se em algo frio e afiado. "Inês," disse eu, a minha voz surpreendentemente firme. "Diga ao seu filho que quero o divórcio." Quando Leo atacou a vida do meu pai para me punir, percebi que não havia mais volta. Se ele queria guerra, eu dar-lhe-ia uma. Mas esta guerra, eu não a lutaria sozinha. Eu tinha uma arma que ele nunca esperaria. O diário da irmã dele.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10