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O Eco da Ausência

Capítulo 2 

Palavras: 423    |    Lançado em: 25/06/2025

a sogra foram como

, repeti, a minha vo

acidente terrível! E tu não conseguiste sequer esperar por ele? T

acreditar no qu

Ele escolheu ir. O nosso

m! Tu tinhas uma ambulância, não tinhas? Qual é o pr

agiu, tirando o tel

A Inês est

a ela está a culpar-te, a tentar destruir

som oco e

morreu. E vocês estão

ãe dele. "O Pedro fez a coisa certa! U

a sua família", retorqui, ol

olhar, incapaz

zer que eu era uma ingrata e que nunca

o silêncio no quarto

ouco de água", disse e

a com os meus

invadiu a minha mente. As pequenas roupas, os brin

ressão no meu peito que

o meu coração. Acreditava que

quando olhava para ele e

a água, eu já tinha

ias", disse eu,

por f

. Ag

o copo de água na mesa de cabeceira e sa

i pelo meu filho, pela minha família desfeit

nha sido apagado

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O Eco da Ausência
O Eco da Ausência
“Naquela noite, estava prestes a dar à luz o nosso filho. O meu noivo, Pedro, prometeu estar ao meu lado. Mas a bolsa rompeu, e com o pânico, liguei-lhe. A sua voz, que eu esperava ser de apoio, tornou-se distante, tensa. "A Ana teve um acidente. O carro dela capotou. Tenho que ir ajudá-la primeiro." Ana. A sua ex-namorada. Deixou-me. Deixou-nos. A ambulância demorou uma eternidade e, quando cheguei ao hospital, já era tarde demais. O cordão umbilical enrolou-se no pescoço do nosso bebé. O meu pequeno Mateus morreu antes mesmo de respirar. A dor era avassaladora, mas o que veio a seguir foi ainda pior. Pedro, o homem que escolheu a sua ex-namorada em vez do nosso filho, tentou consolar-me: "Ninguém teve culpa." Mas a sua mãe não pensou assim. Pelo telefone, com Pedro ao meu lado, ela gritou: "Como é que foste tão descuidada? Uma mãe devia saber como proteger o seu filho!" "Eu fui descuidada?", a minha voz tremeu, a raiva a ferver. "Tiveste que entrar em trabalho de parto exatamente nesse momento, sabendo que ele tinha que ir ajudar a pobre da Ana?" O meu filho morreu e fui acusada de egoísmo e negligência. Eles queriam me fazer sentir culpada pela minha própria tragédia. Não consegui entender a crueldade, a audácia. Por que ele a protegeu, e não a mim? Por que fui abandonada e depois culpada pela morte do nosso filho? Não haveria lugar para perdão. Eu cancelei o casamento, expulsei-o da minha vida. Mas o pior ainda estava por vir. Meses depois, recebi uma mensagem assustadora da Ana. Ela queria revelar a verdadeira história daquela noite. E a verdade era muito mais sombria do que eu podia imaginar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10