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Não Mais Uma Mulher Negligenciada

Capítulo 1 

Palavras: 522    |    Lançado em: 25/06/2025

a forte. Eu olhava para o teto branco,

nha acabado de fazer uma cirurg

pesada, sentada desconfortavelmente numa cade

, Pedro, não

m a sua ex-na

ei o número dele. A chamada

deu. A sua voz estav

gora, Ana? E

u um pouco, "A Lia acabou de

cer as escadas. O médico disse que é grave, estou a levá-la p

ha, ouvi a voz suave

to. A tua mulher deve estar zangada. Se c

o suavizou in

deixar-te ir sozinha neste estado? Fica qui

a irmã estava no hospital, e ele escolheu cuidar

com a voz fria, "va

io, depois a su

Sofia? Ana, onde está a tua compaixão? Ela n

"Ela também está sozinha e acabou de ser operada! Eu estou

de fazer uma tempestade num copo de água! Estás grávida, devias

r, dizendo que eu era

filho não mereci

s, de

olta. O meu númer

u olhei para a minha barriga enorme. Ele tinha

ha perdoado as "amizades" dele com a Sofia,

go dentro de

er valiam menos do que o tornozelo torcido da ex-n

omo se sentisse

cupes, meu amor", sussurrei, "A mãe vai

ração abriu-se e uma enfe

minha decisão a assentar sobre mim, tão

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Não Mais Uma Mulher Negligenciada
Não Mais Uma Mulher Negligenciada
“O cheiro de desinfetante no hospital era forte, e eu, grávida de nove meses, sentia o vazio daquelas cadeiras duras. Minha irmã acabara de sair de uma cirurgia de apendicite. O meu marido, Pedro, não estava lá. Ele atendia a um chamado mais urgente: a sua ex-namorada, Sofia, torcera o tornozelo. Ele a levava para casa. A minha irmã, operada, e eu, quase a dar à luz, não importávamos. Ouvi a voz chorosa de Sofia no fundo e o Pedro a tranquilizando-a, suavemente. Ali, agarrada ao telemóvel, só consegui dizer: "Vamos nos divorciar." Ele explodiu, chamou-me de louca, egoísta, insensível. Disse que o nosso filho não merecia uma mãe como eu. Então, ele desligou. E bloqueou o meu número. Uma lágrima quente escorreu. Ele tinha razão numa coisa: eu amava demais o nosso bebé. Por ele, eu tinha aguentado tudo: as "amizades" com a Sofia, as ausências, a indiferença. Mas agora, o que ele fez foi a gota d'água. Eu não seria menos importante que um tornozelo torcido. No dia seguinte, fui a um advogado. Ele me alertou que Pedro lutaria sujo. Mas eu tinha a prova: uma foto dele e da Sofia, sorrindo, com a legenda "Ele nunca te amou" – caligrafia delicada. Eu sorri. A guerra não tinha acabado, mas eu tinha uma arma. Era hora de lutar pela minha paz, pela minha dignidade e, acima de tudo, pelo meu filho.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10