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Meu Irmão Secreto: Um Presente do Destino

Capítulo 1 

Palavras: 855    |    Lançado em: 25/06/2025

do meu p

ía, molhando a terr

-chuva preto sobre a cabeça da minha m

sozinha, ao lado deles, deixando a chuva fria

uro. A manchete dizia: "Tragédia na Ponte da Arrábida: Falha Estrutu

a uma dessas

e consumia por dentro. Peguei no meu telemóvel

móvel tocou no seu bolso. Ele olhou para o e

para ele,

mim. Em vez disso, falou

s a tremer. Quer

chorar. "Estou bem, Pedro. Só estou preocupada

trémula. A minha madrasta,

que seria de nós sem o Pedro

e era ele para mim? O noivo que ignor

amargo que se

nha voz rouca. "Vamos

lmente virou a cabeça na minha direção

eu pai acabou de morrer. Não

está morto, Pedro. E tu estiveste o tempo todo a consolar

aiva ex

orte, achei que conseguias lidar com isto! Além disso, eu estive ocupad

iu. Dezassete. Tu não atendeste uma única. Estavas com a Laur

aque de pânico! O que querias que eu fizesse, que

u pai estava morto. O homem que eu amava preocupava-

pediu em casa

o meu dedo. Parecia um objeto est

disse eu, a minha voz

orque eu ajudei a Laura? Estás a ser egoísta, Inês! O teu pai i

ando a sua atenção para Sofia e Laura,

li, sozinha c

is tarde, quando cheguei a ca

lábios. Ele tinha razão numa coisa.

licidade já

casa dela fica do outro lado da cidade, longe d

desesperada, a ligar sem parar, sem s

asse, teria atendido. Teria vindo

ra tudo o q

pressão constante. A dor

minha madrasta, que ela deixou na mesa da sala, começou a toca

sobre os arranjos do fun

com ela! Que tipo de mulher abandona o noivo num momento destes? O pai dela ma

a dura, cheia

ompromisso? O meu sobrinho é um bom partido! Ela

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Meu Irmão Secreto: Um Presente do Destino
Meu Irmão Secreto: Um Presente do Destino
“O funeral do meu pai devia ser o momento de maior luto na minha vida. Eu estava de pé, sozinha na chuva fria, enquanto o meu noivo, Pedro, protegia a minha madrasta e a filha dela, Laura, debaixo do guarda-chuva. De repente, o meu telemóvel tocou no bolso dele. Ele, que estava mesmo ao meu lado, olhou para o ecrã e rejeitou a chamada, sem sequer me olhar. Depois, ouvi-o sussurrar à Laura: "Estás bem? Queres o meu casaco?" E a voz da minha madrasta, Sofia, adicionou: "O que seria de nós sem o Pedro? Ele tem sido a nossa rocha." Uma rocha para eles. Mas para mim? A sua raiva explodiu quando eu o enfrentei: "Podes parar com o drama? O teu pai acabou de morrer. Não é altura para as tuas birras." A palavra "birras" soube a veneno. Ele não me atendeu dezassete vezes, estava ocupado a acalmar a Laura. Eu não conseguia entender. Por que é que o homem que eu amava me abandonou no dia mais doloroso da minha vida? O que ele disse para se justificar foi puro desprezo: "Claro que a Laura precisa de apoio! Ela é sensível! Tu és sempre tão forte, achei que conseguias lidar com isto!" Nesse momento, a clareza gelada atingiu-me. O meu pai estava morto, e o meu noivo preocupava-se mais com a filha da minha madrasta do que comigo. Tirando o anel de noivado, disse: "Acabou, Pedro. Não o quero mais." Eles foram-se embora, deixando-me sozinha com o corpo do meu pai. Em poucas horas, o meu número foi bloqueado. Será que a minha dor era apenas um 'drama'? Será que eu realmente estava a ser egoísta? Será que estava destinada a ficar sozinha, como eles disseram? Então, encontrei uma caixa de madeira. E dentro dela, cartas e um diário que revelaram um segredo tão chocante sobre o meu pai que a minha vida nunca mais seria a mesma. Eu sou Inês. E esta é a história de como a morte do meu pai me deu uma nova família.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10