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O Envelope Fatal: Seis Anos de Mentiras

Capítulo 2 

Palavras: 413    |    Lançado em: 25/06/2025

artamento abriu-s

. A minha irmã, Laura, seguia-o, os olh

o?" gritou o Pedro, agi

Apenas olhei

eu, a minha voz

"Helena, eu...

dormir com o meu marido? Não querias ter

ar pelo seu rosto. "Eu amo-

e à frente de

paz! A culpa

a? Então é minha? Por ser uma esposa fiel? Po

u ele. "Tu és tão controladora, tão perfeit

palavras

ma vida perfeita para nós, todo o m

sse eu, a voz sem emoção. "

ha!" retorquiu o Pedro.

presente de casamento dos meus pais, Pedro. O teu nome nã

do. Ele olhou para os p

foi substituída por u

versar sobre isto. N

ar," disse eu. "Peguem nas v

"Helena, por favor... Pensa na S

a fez algo dentr

ua filha, a filha do meu marido, contra mim? Durante cinco anos,

presentes, a cuidar dela quando estava doente, a tratá

ra a única respost

um sussurro perigoso. "Saiam da minh

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O Envelope Fatal: Seis Anos de Mentiras
O Envelope Fatal: Seis Anos de Mentiras
“No dia do meu aniversário, o médico entregou-me um envelope. Dentro, havia um relatório de ADN e fotos impensáveis. As fotos mostravam o meu marido, Pedro, e a minha irmã mais nova, Laura, a entrarem num hotel. A data? Duas semanas antes, no meu aniversário. O relatório de ADN confirmava: a filha de Laura, Sofia, não era do seu ex-marido, mas sim de Pedro. O meu coração sentiu-se oco. Se Sofia tinha cinco anos, eles estavam juntos há pelo menos seis. E eu, como uma idiota, não sabia de nada. Liguei para o Pedro. A sua voz impaciente. Ele estava com a Laura, no hospital, com a Sofia. A minha mãe dizia que ele tratava a Sofia melhor do que trataria um filho seu. Agora, entendo. "Pedro," disse eu, a minha voz surpreendentemente calma, "vamos divorciar-nos." A sua raiva explodiu. A Laura chorava, pedindo compaixão pela criança. Como se atreviam? Compaixão? Depois de seis anos de uma mentira que me desfez em mil pedaços? Eles tentaram virar tudo contra mim, Pedro tentando expulsar-me da minha própria casa. Mas esta casa era minha, sem o nome dele na escritura. "Eu sei de tudo," disse eu, e mostrei-lhes as provas. O meu marido, o meu porto seguro. A minha irmã, a minha confidente. Ambos me traíram da forma mais vil. Como pude ser tão cega? A minha mãe chorou comigo, e soube que não estava sozinha. Contactei um advogado. Eu queria justiça, não caridade. O pai de Pedro tentou comprar o meu silêncio com um cheque milionário. Mas não se tratava de dinheiro. Tratava-se da minha dignidade. Rasguei o cheque na frente dele. Eu queria que ele sentisse cada pedaço da verdade. A guerra estava declarada. E eu estava pronta para lutar. Será que esta Helena, quebrada mas resiliente, conseguirá fazer Pedro pagar por cada mentira, cada humilhação, e emergir mais forte, mesmo que a vitória não traga paz?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10