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Não Olhei Para Trás

Capítulo 3 

Palavras: 366    |    Lançado em: 25/06/2025

ospital ofegante,

a Ana, finalmente. O estado da sua mãe piorou

ra o seu consultório. A

arritmia ficou descontrolada. Precisamos

dos meus pés. "Agora? Mas

em cardíaca é demasiado alto. Preciso da su

io na minha direção. As minhas mãos tremia

façam o que

minha assinatura

r um segundo. Estava pálida, com uma máscara de oxigénio no r

ço frio e silencioso. As horas arras

çou a tocar incessan

chamada. E a segu

eram as m

ste? Estás a e

e perguntar por ti.

efone. Se não voltares, não

nteiro estava atrás daquela

ade, a luz vermelha apagou-se. O Dr. Mendes s

i uma sorte termos agido tão depressa. Mais u

z-se de uma só vez. Caí na

utor. Muito, m

sse ele. "Agora pr

para o telemóvel, tinha 17 chamadas não

egar a casa, quero as

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Não Olhei Para Trás
Não Olhei Para Trás
“O telefone tocou e a voz do meu marido, Pedro, era urgente: "A Sofia sofreu um acidente de carro! Vai para o hospital, leva o cartão do banco, não te preocupes com o dinheiro." Larguei a espátula, o coração aos saltos, enquanto ele desligava apressadamente. A minha mãe estava a dias de uma cirurgia cardíaca importante e eu cozinhava para ela, mas a urgência na voz de Pedro, e o facto de a Sofia ser filha do chefe dele, fez-me correr. No hospital, encontrei a Sofia com um arranhão e um susto, nada grave. Respirei de alívio, até que o meu telemóvel tocou: era a enfermeira da minha mãe. "A sua mãe está com uma forte dor no peito, o ritmo cardíaco está instável. O médico precisa de falar consigo com urgência." O meu sangue gelou. Mas, ao tentar sair, Sr. Almeida e Pedro puseram-se à minha frente. "Não sejas egoísta, Ana. A Sofia precisa de ti. Pensa na minha carreira, na minha promoção!" Pedro apertou o meu braço, a sua voz baixa e carregada de pressão. A vida da minha mãe, uma emergência médica, era um mero "capricho" na mira da sua promoção. Como é que a minha mãe, à beira da morte, valia menos do que a promoção do meu marido? Como pude estar cega por tanto tempo? Decidir naquele instante não foi difícil. A minha mãe precisava de mim. Mas ele, em vez de se preocupar, envia uma mensagem fria: "Acabou. Quando eu chegar a casa, quero as tuas coisas fora de lá." Fui varrida da minha própria casa, com as minhas malas atiradas à porta e uma moldura partida. O que eu fiz para merecer isto? O que faria agora? Como se sobrevive a uma traição tão cruel do homem que jurou amar-te, quando tudo o que fizeste foi tentar salvar a tua mãe?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10