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O Abandono no Corredor: A Mãe Que Luta

Capítulo 1 

Palavras: 586    |    Lançado em: 25/06/2025

édica. E este é o dia em

urgia cardíaca complexa quan

amente e um alarme estrid

abamento estrutural na ala pediátrica!

coraçã

quena Eva de cinco anos,

ra um simples ch

O meu assistente, Dr. Mendes, olhou

ia, a sua

z soando estranhamente calma, quase robó

des, as minhas mãos a moverem-se

parte estava a guiar o Mendes através dos passos finais, a outra estava

o peito do paciente foi fechado, arr

sse eu ao Mendes, sem e

irurgia como uma louca, aind

, gritos, o cheiro a b

e. Uma parte do teto tinha cedido. Pesso

ão eu

marido

escombros, segurando

o era

ho da sua chefe,

o Leo a uma enfermeira, o seu rosto

a rasgar a minha garganta. "O

ico nos seus olhos. Um pânico que não

"A Sra. Almeida estava a ligar-me, desesperada. O Leo esta

saiu como um veneno. "

aminho dela quando a Sra.

e exato momento. O nome "Sra

eu instan

ei-o de lá. Não se preocupe, eu estou aqui. Vou ce

ma calma e uma segurança

mundo tinha fic

s escombros, gritando o nome da

uma voz fraca

ãe

e pedaço de parede de gesso,

va

r os destroços com as minhas próprias mãos. As unhas

mente

e uma estante de metal caída, dobr

mas olhou para mi

e me ias enc

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O Abandono no Corredor: A Mãe Que Luta
O Abandono no Corredor: A Mãe Que Luta
“Sou Sofia, médica cirurgiã. Num dia, minha vida perfeita desmoronou. No meio de uma cirurgia complexa, o hospital tremeu violentamente. "Código Vermelho! Desabamento na ala pediátrica!" O meu coração parou. A minha pequena Eva, de 5 anos, estava lá. Corri enlouquecida pelos escombros, gritando o nome dela. Então vi o Pedro, o meu marido. Ele carregava uma criança nos braços. Mas não era a nossa filha. Era o filho da sua chefe. Ele tinha resgatado o garoto para garantir uma promoção. Enquanto a Eva jazia ferida sob os escombros, com uma perna partida em dois sítios. Eu, com as minhas próprias mãos, a tirei de lá e a operei. Ele? Nem ligou. O Pedro estava a celebrar o seu "heroísmo" e o seu bónus. Quando pedi o divórcio, ele e a mãe dele me atacaram furiosamente. Chamaram-me instável, ciumenta, disseram que eu não apoiava a carreira dele. A sogra disse: "A Eva partiu uma perna, não é o fim do mundo!" A chefe dele, a Senhora Almeida, ameaçou-me, dizendo que eu "criaria inimigos poderosos". Ele pediu a custódia total, alegando que eu era "incapaz" e "emocional demais". Como ele pôde usar a tragédia que ele causou contra mim? Como este homem pôde virar-se contra a sua própria filha por dinheiro e poder? Mas eu não ia ceder. Não para ele, nem para a sua chefe, nem para a sua mãe. Eu ia lutar pela minha filha. E a verdade estava prestes a ser revelada.”
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