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O Último Adeus ao Meu Filho

Capítulo 1 

Palavras: 481    |    Lançado em: 25/06/2025

filho aconteceu n

m azul límpido, s

lado, a sua mão firmemente no meu

rrou. "O nosso pequeno anjo está ag

pequena urn

ação esta

a alto ao lado dele, quase a

ixar a avó? A culpa é toda min

parava-a, com os olhos

família devas

verdade, talvez até

eu s

não morreu por causa de

rmã mais nova de Pedro, veio visitar-nos.

r o almoço quando ouvi um baru

o pequeno Tiago de apenas um ano

tava mole e el

no topo das e

," ele disse,

reu e peg

que fizeste, seu

ara o meu filho

as mãos a tremer tanto que mal

rabalho e encontr

inha uma lesão cerebral grave. As

u dois di

o. Eles inter

e que foi

o não sabia o que estava a faz

ogros con

criança. A Ana devia es

disse que iríamos s

se que

ouvi-o ao telemóv

isto. A Ana está em choque, mas ela vai ac

disse

da na cama, a olhar

edro apertou o meu o

a, Ana. Precisas

i em s

ara o carro, vi a Clara

veio ao

o queria per

o sentia nada. N

m frio p

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O Último Adeus ao Meu Filho
O Último Adeus ao Meu Filho
“O funeral do meu filho aconteceu num dia ensolarado, o céu de um azul límpido. Ao meu lado, Pedro, o meu marido "perfeito", e os seus pais. Todos choravam, devastados, mas o meu coração estava vazio. Porque eu sabia a verdade, e ela era fria e cruel. O meu filho, Tiago, não morreu num "acidente infeliz". Ele foi empurrado pelas escadas pelo filho de três anos da minha cunhada, Leo. E Clara, a irmã de Pedro, viu tudo do sofá e não fez nada. Quando confrontei Pedro, com o corpo do meu filho ainda quente, ele escolheu a sua família. Defendeu-os, mentiu, e ouvi-o prometer à irmã que me faria "aceitar" a tragédia. Naquele momento, toda a dor se transformou em um frio desprezo. Não havia mais espaço para o amor. A casa era deles. Então, eu peguei na minha mala secretamente preparada e saí. Deixar o meu lar parecia o fim de tudo. Mas a vida ainda me reservava uma surpresa. Um e-mail anónimo, com o assunto "Justiça para o Tiago", mudaria tudo. Dentro, um vídeo da câmara de segurança da sala. O vídeo mostrava tudo: o empurrão deliberado, a indiferença fria de Clara. E a verdade mais cruel de todas: Pedro sempre soube. Ele tinha a prova. E escondeu-a. Aquele vídeo não era apenas a prova do crime da minha cunhada, mas a traição mais profunda do meu marido. O que se faz quando se descobre que a pessoa que devia proteger-te, na verdade, te esfaqueou pelas costas? Eu não chorei mais. Apenas respirei fundo e fiz uma chamada. A guerra tinha começado.”
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