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Um Novo Amanhecer Sem Ele

Capítulo 1 

Palavras: 673    |    Lançado em: 25/06/2025

invadiu as minhas narinas, o teto branco

e uma dor aguda percorr

eitada na cama ao lado, o rosto pálido, ainda a

alado, mas ainda funcionava, havia dezenas de notificações,

strela: Colisão Frontal Deixa

or do metal a rasgar, dos gr

to meses. Agora, a minh

so Pedro, tinha-s

ais forte do que qualquer ferimento físi

a, quando finalmente o fez, a s

m? Estou ocupado, nã

, ouvi outra voz ao fundo, uma

o Trovão não para de tremer, co

a vizinha viúva. Tr

stá a caminho para te ver, não te preocupes, eu estou aqui," a voz do

a subiu pela

a voz saiu rouc

e, eu sei, mas os socorristas já estavam lá, não havia nada que eu pudesse fazer! A Sofia

o nosso be

lêncio que duro

alvá-lo?" a sua voz era um sussurro chocado, mas

cei-as a recuar, "Eles não conseguiram. Eu liguei-te vinte e s

elemóvel estava sem som, a Sofia precisav

ha mãe estava inconsciente ao meu lado, e o

lavras saíram da minha boca

expl

tava a ajudar uma pessoa necessitada! Não tens compaixão

a minha? Eu acabara de perd

voz agora sem emoção, "E tu estavas a consola

? Mas não podes culpar-me por ajudar alguém! Pára de ser egoís

desl

mente d

o som surdo no chão do hospital

esse aqui, eu provavelmente teria engolido a dor,

i. A única coisa que me ligav

rinta quilómetros na direção oposta à se

olheu-a

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Um Novo Amanhecer Sem Ele
Um Novo Amanhecer Sem Ele
“O cheiro de desinfetante invadiu-me as narinas quando acordei, o teto branco um lembrete cruel.\nO meu corpo doía, mas a maior dor era a de saber que a minha barriga, a um mês de dar à luz o nosso Pedro, estava vazia.\nPeguei no telemóvel, desesperada por consolo do meu marido, Tiago.\nMas quando ele atendeu, a sua voz irritada e distante foi cortada por um sussurro doce e choroso: Sofia, a nossa vizinha.\n"Tiago, onde estás?", perguntei, a raiva fria a subir-me pela espinha.\n"Estou em casa da Sofia! Ela caiu das escadas, o cão dela entrou em pânico! Não havia nada que eu pudesse fazer por ti!"\nEle estava a consolar outra mulher porque o cão dela tremia, enquanto eu estava presa nos destroços, a perder o nosso filho.\n"Eu perdi o nosso bebé, Tiago", disse eu, a minha voz um sussurro.\nO silêncio do lado dele era ensurdecedor, quebrado apenas pela sua voz chocada: "O quê? Como assim?"\nNão havia dor, apenas surpresa, e depois a desculpa: "O meu telemóvel estava sem som, a Sofia precisava de mim!"\nSozinha. E eu? A minha mãe inconsciente, o nosso filho a morrer dentro de mim.\n"Vamos divorciar-nos", as palavras saíram antes que eu pudesse controlá-las.\n"Divórcio? Por causa disto? Não tens compaixão? A vida da Sofia é muito difícil!", ele explodiu, e depois desligou.\nNão era apenas a dor da perda, era a humilhação, a traição absoluta.\nNo meu momento mais negro, ele escolheu socorrer o cão da vizinha em vez do nosso filho.\nMas a pior parte veio depois: quando a minha sogra entrou, não para me consolar, mas para me acusar de tentar destruir o "santo" filho dela.\n"Ele levou a Sofia para a casa de praia para espairecer", disse a minha sogra, enquanto eu via a silhueta da Sofia na janela do nosso apartamento.\nFoi nesse momento que soube: não me podia dar ao luxo de chorar. Tinha de lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10