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Minha Vida Sem Você, Pedro

Capítulo 3 

Palavras: 619    |    Lançado em: 25/06/2025

do hospital. A Laura ainda pre

hava com o Pedro, senti um vazio. Estava tu

ia sina

nhas malas. Peguei apenas no essencial: roupas, do

, encontrei um recibo no bols

de há uma semana. A descrição: "C

ão parou po

a Sofia, claro. O gat

nto. Ele já andava a encontrar-se

aição era mais profund

o na minha carteira. Provas

ia fria. Cada peça de roupa, cada obje

a acabar, a porta

o Pe

iu com as malas. O rosto dele mos

estás a

pondi, sem olhar para

-se, a sua so

chega de drama. Eu sei q

Pedro, 'chateada' é o que se sente quando o

-lhe o

ca-me

vi pânico nos olhos dele. Mas desapareceu tão rápido

rima. Ela estava a passar por

a entrar numa sala de operações para doar um rim à i

Sofia! Ela não tem n

urante o incêndio? Porque é que a salvaste

oi uma coincidênci

nte. "Tu mentes tão facilmente. Já nem te dá

belo, um gesto de frustr

e ligado de volta. Peço desculpa. Mas o divó

pensar em mim. E cheguei à conclu

la com um c

O meu advogado vai entr

e comecei a andar

braço. A força d

." A voz dele era um aviso

-me, P

. Depois de tudo o que eu f

m som amargo. "Tu toleraste-nos. Iss

com força. O ape

ou, P

som da porta a bater atrás de mim foi o

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Minha Vida Sem Você, Pedro
Minha Vida Sem Você, Pedro
“A dor da cirurgia era excruciante, mas a do coração era ainda pior. Eram 3 da manhã quando recebi alta do bloco operatório, depois de doar um rim à minha irmã. Desabei na cama do hospital, exausta, e tentei ligar ao meu marido, Pedro. Ele não atendeu. Mas ouvi a sua voz, irritada e ofegante, quando finalmente me ligou de volta, reclamando por eu o estar a incomodar com "tão pouco" . Foi quando a minha prima, Sofia, e o meu tio, Tiago, entraram na conversa. Sofia falava do incêndio no centro da cidade, do seu gato, Miau, e não parava de agradecer ao Pedro por os ter "salvado" . O Pedro, o meu marido, esteve a resgatar a Sofia e o gato dela em vez de apoiar a minha cirurgia? A minha doação de rim não era tão importante quanto um incêndio no lado oposto da cidade? Fria e magoada, pedi o divórcio. Ele riu-se, acusou-me de drama e desligou na minha cara. Depois bloqueou-me. Ainda a recuperar de uma grande cirurgia, fui deixada sozinha, sentindo-me traída pelo homem que devia amar-me. Como é que ele pôde? Será que a família ia continuar a defendê-lo? Como podia ele preferir uma prima distante e um gato, à sua própria esposa que acabara de sacrificar parte de si para salvar a irmã dele? E por que raio o meu tio o defendia? Não ia chorar. Esta dor não era só física, era um grito de guerra. Era hora de virar a mesa e fazê-lo pagar caro por cada mentira.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10