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O Rim Negado: A Luta Por Uma Segunda Vida

Capítulo 1 

Palavras: 605    |    Lançado em: 25/06/2025

isava de um transplante de rim, o me

r com a sua irmã

teu rim está a falhar, mas já encontrei um da

ia de segurança, como se e

a desinfetante a encher-me as narinas. O meu cor

perguntado. Ningu

mente decidi

veio até mim, com um sorri

tícias. És compatível com a So

ra ele, sem

amos divo

u mais firme do

esapareceu. A su

fia está doente. Ela precisa de

oís

a amarga

eciso de um transplante de rim

olhou para mim, chocado, como se eu t

. O médico disse que tu esta

u talvez tu só tenhas ou

o diretor deste hospital, tinha-lhe dito

de Pedro tocou de novo.

eu, a sua

uê? Não, ela não pode fazer iss

minha sogra do outro lado da l

er? Ela prometeu! Ela tem de dar o rim à m

eu fosse uma peça de r

mão pelo cabe

Sofia. Ela é tão jovem. Tu

em mim? Quem vai sa

durante tanto tempo começar

ambém. Mas naquele momento, percebi que o a

era a p

a sua voz fria. "Já falámos sobre

a minha cara, mas na da sua mã

o teto branc

a acabado. A minha v

i que era minha estava d

ntrou. Os seus olhos estavam vermelhos de

rou a minha mão. A sua

a. Nós vamos encontrar

oluço a escapar

casa. Mas primei

ar que eles me

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O Rim Negado: A Luta Por Uma Segunda Vida
O Rim Negado: A Luta Por Uma Segunda Vida
“Quando o médico me disse que precisava de um transplante de rim, o meu marido, Pedro, falava ao telefone. A voz dele era calma quando, do outro lado da linha, anunciou a quem ia salvar a vida. "Sim, é a tua cunhada, a Clara." Ele falava da minha vida como se fosse o tempo. Mas havia um problema: eu também precisava de um. Fui diagnosticada com insuficiência renal, mas a minha família por casamento já tinha decidido o meu destino: o meu rim seria para a minha cunhada, Sofia. A minha sogra chamou-me de "egoísta" por me recusar a ser peça de reserva. O meu sogro, chefe do hospital, ameaçou arruinar-me se não cedesse. Até a Sofia, a quem eu deveria "salvar", me amaldiçoou e desejou a morte quando me recusei. Fui expulsa da minha casa, sem dinheiro, e com a saúde a piorar. Ninguém me perguntou. Ninguém me pediu. Decidiram por mim. Mas eu não ia deixar que me roubassem mais nada. Não ia morrer para os manter felizes. Eu ia lutar pela minha vida, custasse o que custasse.”
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