icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Quando o Amor Morre na UTI

Capítulo 2 

Palavras: 418    |    Lançado em: 25/06/2025

quando o sol e

vazias, a cidade

o se tivessem tirado

para

ssa

Miguel tínhamos

túmulo das min

a p

a sentado no s

costada para trás, a b

recia

va uma tigela de sopa vazia

Sofia

ele e toquei-

dou sobr

sa? Porque é que a

u para o

rmeci. A Sofia finalme

ei par

eus olhos, apenas c

morreu,"

era plana,

ta, como se não t

stás a falar? Mo

espirar. O cora

evantou-se

Era só uma febre!

seram que era p

cabelo, andando de um la

e mais vezes? Porque é que não me

Tu desligast

der em febre, ela podia ter tido uma co

a e as

o noss

lta, Miguel. O nosso

ara mim, a sua cara

isso? Estás a dizer

a constatar um facto. O nosso fi

m dois sítios ao mesm

ste uma

im, o seu dedo aponta

s a pôr a culpa em mim. Nós vamos su

pi

dele, o rosto que

só sent

se eu calmamente. "

Reclame seu bônus no App

Abrir
Quando o Amor Morre na UTI
Quando o Amor Morre na UTI
“Naquela noite, enquanto o meu filho Pedro lutava pela vida no hospital, o meu marido Miguel estava a salvar a sua ex-namorada Sofia. Ele disse-me ao telefone que a Sofia estava com febre e que não a podia deixar sozinha. Enquanto eu observava o pequeno peito do nosso filho mal se mover na cama do hospital, com a máquina a apitar débil e incessantemente, ele virou as costas ao nosso filho. A voz dele era fria, distante, e desligou. Eu estava sozinha, no meio da multidão, a segurar na mãozinha fria do meu Pedro, de apenas cinco anos, até ele dar o último suspiro. Quando voltei para casa, o Miguel estava a dormir no sofá, com uma tigela vazia de sopa e medicamentos ao lado – tudo para a Sofia. Ao saber da morte do nosso filho, ele não demonstrou dor, apenas exaustão e irritação, culpando-me por "exagerar" e por não o ter "avisado" o suficiente. Como podia ele ser tão indiferente? Tão cruel? O homem que eu amei recusou sequer reconhecer a gravidade da situação, trocando a vida do nosso filho pela constipação de outra mulher, e agora ousava culpar-me por isso? A dor da perda misturava-se com uma raiva inimaginável pela sua traição e desprezo. Não havia mais "nós". Eu não me ia curvar. Eu ia lutar. Eu ia fazê-lo pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10