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Renascida da Traição

Capítulo 1 

Palavras: 486    |    Lançado em: 25/06/2025

da num banco de plástico duro do lado de fora da sala de cirurgia, com o telemóvel pres

a lutar pela vida após um

onda de náusea subia pela minha garganta. Liguei para o meu marido

o era barulhento,

ou super ocupado." A voz del

m ataque cardíaco. Está na sala de cirurgia. O méd

voz de uma mulher ao f

o de ajuda com est

nfância. A amiga que ele semp

er urgência. "Ele não estava bem esta manhã? Tens a certeza que não es

, insisti, as lágrimas a começarem a

ustração a atravessar o telefone. "Estou a ajudar a Sofia com as mudanças dela. Ela

e dizer mais alguma

" ecoou no corredo

is para a minha barriga proeminente. O bebé

ompletamen

o, o ar mais frio. Eu não me mexi do banco. Finalm

expressão era sombria

com a voz baixa e cansada. "

alavras dele não faziam sentido, mas e

i tinha

me tirou o fôlego. O meu corpo inteiro contraiu-se.

atingiu o meu baixo-ventre. Uma c

Havia sangue a man

ficar preto foi o rosto chocado do

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Renascida da Traição
Renascida da Traição
“Grávida de sete meses, estava sentada num banco de plástico duro, sufocada pelo cheiro a desinfetante. O meu pai lutava pela vida na sala de cirurgia após um ataque cardíaco fulminante. Desesperada, liguei 18 vezes ao meu marido, Miguel. Ele finalmente atendeu, a sua voz irritada, vinda de um ambiente barulhento com música e risos. Estava com a "amiga de infância", Sofia. "O pai teve um ataque cardíaco. É grave", disse eu, a voz a tremer. Ele desvalorizou, perguntou se eu estava a exagerar e, sem mais, desligou. Horas depois, o médico confirmou o inevitável: o meu pai morreu. A dor intensa causou-me um choque, e perdi também o nosso bebé. No mesmo dia, perdi tudo o que tinha. Miguel chegou ao hospital, mas os seus olhos não mostravam remorso, apenas irritação. Olhou para a minha barriga lisa e um alívio cruel tomou conta dele. "Clara, talvez tenha sido para melhor. Um bebé agora seria complicado." O homem que jurei amar virava-me as costas, e a sua mãe ligou, acusando-me de egoísmo. Como puderam ser tão cruéis? Como podiam duvidar da minha dor, da minha perda, e ainda assim me culpar? A injustiça era esmagadora. Mas então, enquanto ele gritava que eu era "dramática", a minha voz saiu, fria como gelo: "Acabou, Miguel. Quero o divórcio." Eles pensavam que iriam esmagar-me. Eles iriam pagar por cada lágrima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10