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A Escolha de Isabel

Capítulo 3 

Palavras: 377    |    Lançado em: 26/06/2025

u os papéis do divórcio à Isabel. A

e, a gritar

atreves a fazer isto comigo! Dep

mim, Isabel?" pergunte

família! Eu d

is tira

m momento, depois a sua voz

luto. Não estamos a pensar com clareza. Podemos resolve

," eu disse friamente. "T

fonso. Eu sem

podias controlar. O homem sem família que ficaria grat

ão é ve

ero o divórcio, Isab

asa é minha! O meu pai deu-n

dez anos. A casa está em meu nome. E é a casa

Sabia que a guerra e

ia, recebi uma cha

nte calma. "Acho que cometeste um erro. Um

o está mort

ue estás a fazer agora é deliberado. E

a destruiu-se

o. Eu posso tornar a tua vida um inferno. Vou garantir qu

orte," eu diss

Almeida era um homem poderoso na nossa cida

tava. Eu não tinha

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A Escolha de Isabel
A Escolha de Isabel
“Quando o médico disse que o meu filho, Leo, tinha morrido, o meu mundo desabou. Eu estava no hospital, o chão frio sob os meus pés, enquanto as notícias da TV falavam de um colapso na mina. Forçando-me a levantar, fui procurar a minha esposa, Isabel. Encontrei-a no quarto do irmão, Miguel, ferido mas vivo. A voz dela era de alívio, a do meu sogro, de orgulho: "Fizeste bem, Isabel. A família vem sempre em primeiro lugar." Quando entrei, os olhos dela não tinham tristeza, apenas irritação. "O que estás a fazer aqui, Afonso?", perguntou. "O nosso filho está morto, Isabel," respondi, a minha voz estranha. A resposta dela foi um murro no estômago: "Eu sei. Foi um acidente terrível. Mas agora, o Miguel precisa de mim!" Um acidente terrível. Era assim que ela descrevia a morte do nosso único filho, por quem ela não esteve lá. "Onde estavas tu, Isabel?" "Ele ligou-te. Estava com febre alta." "O Miguel ligou-me primeiro! Ele estava preso na mina! Tive de o ir ajudar!" Ela escolheu o irmão, ferido com um tornozelo torcido, em vez do nosso filho de seis anos que pedia ajuda. O Leo não ia querer isto? O Leo não estava morto se ela não o tivesse abandonado. Ela atirou as coisas dele para o lixo, cuspiu que eu era fraco, que a culpa não era dela. O tapa dela queimava na minha bochecha. Como ela se atreveu a dizer isso? Decidi. Não tinha mais nada a perder. O divórcio estava à mesa e, desta vez, eu não desistiria até que ela perdesse tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10