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Semente de Amendoim, Colheita de Ódio

Capítulo 4 

Palavras: 490    |    Lançado em: 26/06/2025

cia no dia

ortável, numa sala sem janelas, e contei a

do notas num bloco de papel. A

nei, ele pou

sse, isto é uma alegação de ouvir dizer. A testemunha, a Ana, não ouviu uma confi

a do meu filho! O meu filho está morto! Como é

tava a tremer

n. Ela negaria. O seu marido apoiá-la-ia. Sem mais provas, nã

sso? Ela s

ssas mãos estão atadas. Oficialmente, a morte do

a de polícia s

hado comigo. Tinha

s. Olhei para os seus desenhos, para os seu

a antes deu lugar a

a podia toc

O que é que a Clar

triarca perfeita, a avó dedicada, a

adoração pelo Migue

ruir as du

r as redes sociais da Clara, os sites da comunidade

bro do clube do livro da biblioteca e o

gente tem

disse uma vez, há muito tempo, nu

úbito" quando o Miguel era adolescente. Clara sempre o

ela noite de raiva

tu pensas que ela é. Ela tornou

i. Pensei que era ap

gora, pareci

sobre o pai do Miguel. Sobr

um ponto

seria rápida.

da Clara, peça por peça

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Semente de Amendoim, Colheita de Ódio
Semente de Amendoim, Colheita de Ódio
“O meu filho, Lucas, morreu no seu sexto aniversário. Ele morreu de uma reação alérgica a amendoins. O seu pai, o meu marido Miguel, deu-lhe o bolo que o matou. Naquele dia, recebi uma chamada de Miguel, a sua voz cheia de pânico, a descrever os lábios azuis do nosso filho, que não conseguia respirar. Corri para casa, mas quando cheguei ao hospital, era tarde demais. O meu mundo desabou quando o médico disse as palavras que nenhuma mãe quer ouvir. Miguel sentou-se em silêncio ao lado do corpo sem vida do Lucas. "Foi a minha mãe", murmurou ele, "Ela trouxe o bolo. Ela não sabia." A mãe dele, Clara, a mulher que sempre desdenhou as alergias do Lucas, chamando-lhes "frescura". O meu marido, a defendê-la, mesmo em frente ao caixão do nosso filho. Será que ele não via? Será que ele não percebia que, por trás daquele sorriso falso, havia algo mais sinistro? Como podia a sua lealdade à mãe ser mais forte que a dor pela perda do nosso filho? E a polícia? Disseram-me que as mãos deles estavam atadas, que era apenas um "acidente trágico". Mas um sussurro de uma amiga, "Ela disse que ia ver se a 'frescura' era real", congelou-me o sangue. Não foi um acidente. Foi intencional. E eu ia descobrir até onde ia a sua maldade, mesmo que isso significasse desenterrar segredos do passado da sua família. A Clara ia pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10