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O Carvalho Que Nasceu Das Cinzas

Capítulo 3 

Palavras: 584    |    Lançado em: 26/06/2025

ntes no hospital num nevo

i a perguntas de médico

apareceu. Nenhuma chamada.

ue gritava mais alto

ta. Um táxi deixou-me em f

ada. Tive de usar a

parecia normal.

am a secar no estendal da sala. Um par dos seus sapatos de salto a

va a viv

ta. Do lado do Pedro, na mesinha de cabeceira

tudo como eu tinha

As roupas dele estava

os vestidos de maternidade que eu

a porta

ao quart

ro tinha pintado as paredes de um azul sua

quarto es

tapete com animais. T

do pintadas de branco. Um

tar, havia uma secretária de esc

eu filho tinh

ve na port

u. Não esta

e. Riam de qualquer

do me viram, de p

eceu. Foi substituído por

er aqui? Pensei que ainda

pondi, a minha voz su

ente, o rosto uma másca

os! O Pedro queria ir visitar-te, mas eu não esta

bé?" interrompi-a, olhand

sviou

buscar as coisas e dar a uma instituição de caridade. E como a Sofia vai ficar aqui por uns tempos, enquanto a casa de

o se fosse a coisa m

o para dar um escri

ncolheu-se ligeiramente,

que não queria ser um fardo, que precisava de trabalhar... Pensei

aboreei-a. Era amarga. "Supera

sua paciência a esgotar-se. "Foi uma tragédia

rmar-se nos meus lábios. "A vida conti

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O Carvalho Que Nasceu Das Cinzas
O Carvalho Que Nasceu Das Cinzas
“Acordei num hospital, o cheiro a desinfetante a sufocar-me. Uma enfermeira informou-me que perdi o meu bebé. Nesse mesmo instante, a televisão mostrava o meu marido, Pedro, um polícia, a ser aclamado como herói nacional. Ele salvou a minha prima, Sofia, de um incêndio. Tentei ligar-lhe, mas ele ignorou-me, chamou-me de egoísta e desligou na minha cara, preocupado com Sofia e o seu gato. Quando tive alta, a minha sogra atacou-me, culpando-me pela perda do nosso neto. Cheguei a casa para encontrar a Sofia instalada, as suas coisas por todo o lado. O quarto do nosso bebé, que preparámos com tanto carinho, estava irreconhecível. Tinha sido completamente esvaziado, pintado de branco estéril e transformado num escritório para ela. Eles apagaram todos os vestígios do meu filho. Perdi o meu bebé, fui traída pelo meu marido, humilhada pela família dele e a minha casa foi invadida. Como ele se atreveu a dizer que eu era egoísta? Eu, que quase morri asfixiada enquanto ele me ignorava, recebia o desprezo de todos. Por que ele a salvou e me deixou para trás? Por que tamanha crueldade? A dor transformou-se em raiva, e a raiva deu lugar a uma determinação gelada. Esta não seria a minha história de vítima. Eles podem ter pensado que me destruíram, mas mal sabiam que acabaram de despertar a minha vingança. Porque o meu bebé não seria esquecido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10