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Ana: A Descoberta Por Detrás da Ferida

Capítulo 2 

Palavras: 553    |    Lançado em: 26/06/2025

a roupa estava chamuscada, o rosto coberto de fuli

ai

r aguda na minha barriga. Ele

, minha filha.

eu? Eu estava

iquei preso com alguns colegas, mas os bombeiros conseguiram chegar

ado da minha cama, o seu corp

ele, olhando à volta.

r. Apenas abanei a cabeç

eu precisasse de dizer uma pal

. A sua roupa também estava suja de f

os braços do me

meida... Eu po

lentamente. A sua vo

a filha, a tua noiva, estava sozinha e apavorada dep

a! Ela ia morrer! Eu

estava em chamas, e tu nem sequer te lembraste d

capaz de se safar sozinho

ensava que podia estar a morrer, sozinha! Tu fiz

a mim, os seus

avor. Diz a

homem que eu amava, e

zão, Pedro. Tu fi

do. A joia cara pareceu subitamen

com um homem que me deixar

arregalaram-

alar a sério! Por causa d

a tua prioridade. O meu pai não foi a tu

A sua expressão mudou

ser egoísta! A vida de u

gritei, a minha voz a falhar.

tás bem. Estás a fazer uma tempestade num co

deu um pas

. Ag

s para mim, e finalmente saiu do

pai sentou-se ao meu lado e abraçou

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Ana: A Descoberta Por Detrás da Ferida
Ana: A Descoberta Por Detrás da Ferida
“Acabei de sair de uma cirurgia de apendicite, ainda tonta com a anestesia, mas a dor no meu coração era assustadoramente real. O meu noivo, Pedro, estava ao meu lado, quando a notícia do incêndio no prédio do meu pai, onde ele trabalhava, apareceu na TV do quarto do hospital. O meu pai... ele estava lá! Quando pedi a Pedro que ligasse para o meu pai, o telemóvel dele tocou. Era a sua mãe, em pânico, a implorar que ele salvasse a sua ex-namorada, Laura, presa no mesmo incêndio. A Laura! Pedro, olhando de mim para a porta, sem hesitação, abandonou-me ali, recém-operada e a temer pela vida do meu pai. Deixou-me sozinha, com o anel de noivado a queimar no meu dedo, enquanto ele corria para salvar o seu "verdadeiro amor" . O meu pai voltou, chamuscado e ferido, e viu a minha deceção. O noivado, planeado para daqui a dois meses, desfez-se nas minhas mãos quando lhe entreguei o anel. Depois, a futura sogra, Sofia, apareceu para me chamar de "oportunista" e vangloriar-se de como a Laura, "a pobre coitadinha", tinha ficado com o meu Pedro, convenientemente alojada na casa dele! Como é que uma pessoa podia ser tão cega? E aquela Laura... por que é que o apartamento dela, convenientemente, estava no mesmo prédio do incêndio? Onde se encaixava esta peça? A raiva borbulhou. Não ia ficar deitada. Ia descobrir a verdade. E eles iam pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10