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Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer

Capítulo 4 

Palavras: 520    |    Lançado em: 26/06/2025

ena, entrou em nossa

quer me cu

o, que estava a to

to que eu ouço sob

om o café. "Mãe? O qu

tentar ajudar a tua filha e agora está sozinha,

ra mim, os seus

ajudar. Que tipo de mulher és tu? Tão insegur

ali, sem

. A Ana não tem nada a ver co

rir. Desde que casaste com ela, não ten

ão é ve

Ela ainda te ama, sabes. Ela disse-me. Ela disse qu

ozinha fi

Pedro. O rosto d

sse "Que erro?". Ele apen

foi a resposta m

te embora," disse o P

ília devia ajudar-se mutuamente.

olhar de puro desprezo, antes de se vi

i a olhar p

i eu, a minha voz um suss

é o que

é que eu não estou a ver? O 'err

minha mãe está s

se que ainda te amava. Isso é

pelo cabelo, um g

estava a passar por um mau bocado. Ela dis

ração pa

fissão. Mas

alado com ela sobre os sentimentos dela

" dis

q

coisas e sai

assim. Vamos f

rmitiste que a tua mãe e a tua ex-namorada desrespeitassem o nosso casame

costas e sa

a porta do meu quarto e fi

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Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer
Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer
“O telefone tocou, a voz do meu marido, Pedro, cheia de pânico. "Amor, a nossa filha, a Lia... ela caiu da escada na escola, está a caminho do hospital!" O meu mundo parou. Agarrei na mala e corri, o coração aos saltos. Quando cheguei, vi o Pedro nos braços da ex-namorada Sofia, que chorava com o pulso inchado. A Lia? Ela estava bem, apenas um arranhão no joelho. Pedro tinha-me mentido. O pânico na voz dele nunca foi pela nossa filha, foi por ela. A inocência da Lia, a dizer que "a tia Sofia magoou-se muito" e "o papá está a cuidar dela", era dolorosa. Eu vi ali um padrão: sempre que a Sofia precisava, o Pedro largava tudo, chamando-lhe "ser um bom amigo". Mas eu sabia que era outra coisa. Tentei pôr um limite: "Se puseres os pés na casa dela outra vez, peço o divórcio." Ele chamou-me irracional, mas as suas evasivas eram ensurdecedoras. Foi então que a minha sogra, Helena, entrou em casa como um furacão, defendendo Sofia e chamando-me ciumenta. Ela lançou a bomba: "A pobre Sofia... Ela ainda te ama, sabes. Ela disse que espera que tu um dia percebas o erro que cometeste." O Pedro não negou. O silêncio dele foi a resposta mais alta de todas. Entendi que o "erro" tinha sido casar comigo, e o meu mundo desabou. Mandei-o embora. Mas Sofia apareceu, arrogante, a gabar-se do amor de Pedro e a dizer que ele não era feliz comigo. Cada palavra era uma facada: "Ele ama-me, Ana. Ele só tem demasiado medo de o admitir por causa da Lia." Num ato de desespero e raiva gelada, lancei a minha grande mentira: "Eu estou grávida." Mentira para testá-lo, mentira para feri-la. O telefone dele explodiu de mensagens, mas o teste final veio quando Pedro, no dia da suposta "consulta de gravidez", me ligou. Ele estava a caminho, mas desviou-se para a urgência com a Sofia, cujo gesso estava "demasiado apertado". Ele escolheu-a de novo, sem hesitação, e eu tive a minha resposta, fria e dura. Deixei para trás a mentira e o homem que eu pensava conhecer. Agora, está na hora de acabar com isso e lutar pela minha liberdade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10