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Traída Pelo Marido, Salva Pela Mãe: Minha Jornada

Capítulo 4 

Palavras: 869    |    Lançado em: 26/06/2025

ei a trabalhar a tempo parcial no meu emprego como designer gráfica, a partir

o ao seu jardim, a sua paixão. Vê-la a cuidar das suas

ova normalidade. Uma vida sem Leo. Era m

de bens. O nosso apartamento, que tínhamos comprado juntos, preci

s e más. A ideia de voltar para lá, mesmo q

o apartamento. Podem vendê-lo. S

antos", corrigiu-se o advogado, "tem

minha conta depois da venda. Só me avisem qua

seguinte, quando sabia que Leo não estaria lá. Ele tinha

o cheiro familiar do lugar atingiu-me. Era uma mistura do

ado limpo. Havia flores frescas num vaso na mesa

náusea subiu pel

o. Abri o guarda-roupa para tirar

parte do espaço estava agora ocupada por vestidos, saias e bl

es tinham desaparecido. Em seu lugar, havia um romance lamechas e um frasco d

-se mudad

que o divórcio fosse finalizado. Ele nem sequer esperou que eu tirasse as mi

guarda-roupa, enfiando-as em sacos do

ra um pequeno caderno de notas de couro que eu tinha of

o atirar para o lixo. Mas a cur

, planos de trabalho, listas de tarefas. Mas depois, a

radas de

café. O sorriso dela ilumina a sala. F

ufocado. A culpa está a matar-me. Mas com a Clara, sint

oração quase explodiu. Eu também a amo. Mas como

tinha um caso com ela há meses, muito antes do incêndio. O inc

a de dois dias ante

a que ela vai ficar bem. E se ela ficar bem, já não vai precisar de mim. E se ela não precisar de mim, não terei mais desculpas para nã

inha sido completamente

im. A minha fraqueza era a sua desculpa, a sua justificação para

era uma bênção para el

à vista. Peguei nos meus sacos e saí

ta, não senti dor.

ojo profundo e um

ma história de amor. Era a mi

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Traída Pelo Marido, Salva Pela Mãe: Minha Jornada
Traída Pelo Marido, Salva Pela Mãe: Minha Jornada
“A cirurgia de transplante, onde a minha mãe me doou um rim, tinha acabado. Estava a recuperar na cama do hospital, mal conseguindo ignorar a dor. Liguei ao meu marido, Leo, para partilhar a boa notícia, mas a sua voz soou irritada e distante. Ele estava a "salvar" a Clara e o gato dela de um incêndio, ignorando as minhas 18 chamadas perdidas. Pior, no telefone, a voz de Clara agradecia a "Leo, Diogo" por a terem salvado. Em choque, ouvi o meu sogro justificar o abandono do meu marido. Percebi que era a minha vez de pedir o divórcio. A resposta dele foi um ataque furioso, acusando-me de egoísmo por me querer divorciar. Ele desligou na minha cara e bloqueou o meu número. Como podia o homem que jurei amar ser tão cruel, tão indiferente à minha dor e à grande cirurgia da minha mãe? A minha mãe, recém-operada, defendeu-me ferozmente perante o meu sogro, que me chamava mimada. O divórcio foi protocolado rapidamente, e recebi uma nota fria de Leo. Mas a maior revelação veio quando fui buscar as minhas coisas ao apartamento. Encontrei um diário dele que, página a página, expôs a sua traição contínua com a Clara e como a minha doença era a sua "desculpa" para ser um mártir. E, claro, a prova irrefutável da sua infertilidade, transformando a gravidez de Clara numa fraude chocante. Como pude ser tão cega? Como alguém pode usar a doença da própria esposa para construir uma teia de mentiras e uma nova vida com outra mulher? Saí de lá não mais como uma vítima, mas com a raiva fria e a clareza de quem tinha as suas "armas silenciosas" carregadas. O passado tinha que ser confrontado, para que eu pudesse finalmente, e para sempre, ser livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10