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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria

Capítulo 1 

Palavras: 742    |    Lançado em: 26/06/2025

ira coisa que vi foi o

meu nariz, e uma dor aguda no meu torno

tado ao meu lado, a sua cabeça

mir no sofá do outro lado da sal

i sen

m levantar a cabeça. "O médico

va fria, sem q

a Sofia?"

ova. Ela estava no carro comi

ou os olhos do telemóve

uno está com ela. Ela s

o namorado

rnozelo partido, e tu só te preocupas

aciência

começou a subir

u há seis horas, Ped

sviou

ue a Sofia estava em pânico e a chorar sem par

ha voz tremia ligeiramente. "Eu estava i

cos disseram que era só uma concussão e um tornozelo parti

som seco

consciente no hospital para ir confortar a sua cunhada

nha voz agora firme e f

sua boca abriu-se, ma

? Por causa disto? Porque

orrigi. "É por tudo. Isto

stás a exagerar. Estás ferida e

na minha mão, m

sse momento. Ele olhou p

hou para mim, e

ue se passa

mim. "Pedro... não consigo dormir. Tive u

sesse não. Que ele dissesse que a sua es

sse, "Ok, ok, não chores. Eu vo

hou para mim, evi

mã precis

ergunta saiu co

já a levantar-se. "Nós falamos sobre isto do 'divórcio

uarto sem olh

egurar finalmente caíram, a e

Ele chamou-m

mesa de cabeceira. Peguei

ssa, tirada no nosso casamento há do

a vida int

ei a

todas as outr

stava limpo dele. O meu coração, n

exeu-se no so

que se passa? O

Sofia," eu disse,

ção. "Oh, querida. Tu sabes como a tua

o quê, mãe

io sentar-se ao meu lado, a

ncio era u

Sofia era a flor delicada q

rte. A que ag

não queria

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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
“Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro, esperava o apoio do meu marido. A dor física era intensa, mas a dor no peito seria pior. Pedro estava ao meu lado, mas a sua voz era fria. Ele não se preocupava comigo, apenas em "acalmar" a minha irmã, Sofia, que estava perfeitamente bem. Descobri que, enquanto eu estava inconsciente, ele me tinha abandonado para ir consolá-la. Como se isso não bastasse, a polícia ligou. A minha própria irmã, Sofia, tinha mentido na declaração, culpando-me pelo acidente, com o apoio do meu marido e do namorado dela. Disseram que era para "proteger-se" e que "eu entenderia". Entender? Eles fizeram de mim a culpada por algo que não fiz! Senti a traição queimar mais do que qualquer ferida. Como puderam? A minha família, as pessoas em quem eu mais confiava, conspiraram contra mim. A esposa foi trocada pela irmã, a verdade pela conveniência. Foi então que uma fúria fria se acendeu. Decidi: eles não me iriam destruir. Foi a última gota. "Quero o divórcio," declarei. E a partir daquele momento, a mulher submissa morreu. A Ana que estava no hospital era uma nova mulher, pronta para lutar pela verdade e pela sua liberdade, nem que fosse preciso derrubar o mundo deles para o fazer.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10