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O Vazio no Ventre: Quando o Amor Se Desfaz

Capítulo 1 

Palavras: 524    |    Lançado em: 26/06/2025

ante encheu as minhas narinas, a luz branc

ava pesado, cad

o telemóvel, a sua voz era baixa mas ch

le já acordou? O médi

a sua voz tornou-s

, eu estou a caminho. Fi

mã mais nova. Tia

rro capotou três vezes. E a primeira preocupação do m

nha garganta estava se

estava acordada, ele desli

rdaste. Com

arecia forçada, os seus olhos continuavam

osso filho?" perguntei

nco meses. O meu filho,

ontraiu-se, ele

... eles fizeram o

ou, o teto branco

ebé.

sem emoção, como se estivesse a ler uma

eu não conseguia fazer um som. O meu corpo estav

meu ombro, um toque l

com febre alta, a Sofia está sozinha no

-me. Ali, naq

minha voz era um sussurro ge

eu-me forças, olhei

ixar aqui para i

do rosto de Leo, a sua m

estas coisas, ela entra em pânico! O Tiago é só uma cri

omo um insulto. "Eu acabei de perder

se duro. "Mas não podemos fazer nada agora! A vida con

para mim uma

virou-se e sa

afastarem-se apressa

cioso, com o cheiro de desinfe

o meu marido tinha ido consolar a

soube. O nosso cas

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O Vazio no Ventre: Quando o Amor Se Desfaz
O Vazio no Ventre: Quando o Amor Se Desfaz
“Quando abri os olhos no hospital, após perder o nosso bebé Lucas num acidente, o meu corpo doía, mas a alma estava em pedaços. Ao meu lado, o meu marido Leo segurava o telemóvel, a sua voz cheia de uma ansiedade que não era por mim. Ele preocupava-se com o meu sobrinho, Tiago, que tinha apenas uma febre. Pouco depois, ele simplesmente virou as costas e saiu do quarto. Deixou-me ali, sozinha, desolada pela perda do nosso filho e abandonada por quem jurou estar ao meu lado. Dias mais tarde, em casa, vi a foto. A minha irmã Sofia e Leo, sorrindo no hospital, com a legenda: "Obrigada, cunhado, por estares sempre aqui para nós. O nosso herói!" Ele era o meu marido, mas estava a tirar selfies com a minha irmã enquanto eu recuperava do acidente que me tirou o nosso filho. A família dele desculpou-o, a minha mãe protegeu a Sofia, e todos me acusaram de ser "egoísta" e "dramática" por simplesmente chorar a minha perda. Será que a minha dor era menos importante do que uma febre de criança? Será que o amor de um marido por uma cunhada pode destruir tantos anos de casamento? Decidi cortar todas as pontes e recomeçar. Até que, meses depois, o destino se encarregou de lhes devolver a mesma dor, e o meu ex-marido surge, desfeito, para admitir o seu terrível erro. Eu tinha perdido tudo, mas este era apenas o começo da minha verdadeira história.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10