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Renascida das Águas

Capítulo 1 

Palavras: 652    |    Lançado em: 26/06/2025

z ao acordar do coma fo

hesitou, ma

o lado, e a minha cabeça l

se, mostrando a data. Eu tinh

s d

forte do século, eu fiquei

o meu marido, Diog

nca at

tava limpo, apagado por alguém. Mas a

A maioria era de amigos e familiares d

era do

transferência bancári

e a acompanha

isava mais de mim. Usa este di

minha m

re me disse para tratar bem,

vontade sú

to nesse momento, com os o

e acordaste! Esta

fastei-me. O movimento fez o me

" perguntei, a minh

ãe desvio

partiu uma perna durante a tempestade. E o cão dela, o T

"Então ele não teve tempo para atender as c

subiu de tom. "A Clara estava em pânico. El

a própria mãe, a defender o ho

va sozinha? Eu não

ão foi? Estás viva," disse ela

ei, um frio a espalhar-se

ia, o médico disse... com o choque

dentro de mim. O vazio que an

disse eu, com uma cla

mãe fico

causa disto? O Diogo ama-t

escolheu a perna partida da Clara e o cão doente d

a! Ele não sabia que a

to. Ele desligou-me na cara. Disse-me pa

no quarto

rou. Era uma notifi

ublicada p

na engessada. O Diogo estava ajoelhado à sua frente

alvou-me a mim e ao Trovão. Não

telemóvel

oto, e depois para

i os

urrei. "Por

u, então eu rep

AI

assustada, e saiu

m o som da minha

ra uma questão.

ao Diogo tinha desaparecid

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Renascida das Águas
Renascida das Águas
“A primeira coisa que fiz ao acordar do coma, depois de três dias presa num túnel inundado e de ter perdido o meu bebé, foi pedir o meu telemóvel. A enfermeira hesitou, mas eu insisti. Mal abri o ecrã, ignorei as dezenas de mensagens dos meus amigos e familiares. O que prendeu os meus olhos foi a transferência de 50.000 euros do meu marido, Diogo. A mensagem que a acompanhava era curta e fria: "Sofia, desculpa. A Clara precisava mais de mim. Usa este dinheiro para a tua recuperação." Clara. A minha meia-irmã. A mulher que Diogo escolheu em vez da sua esposa e do seu próprio filho. Liguei dezoito vezes, enquanto me afogava, e ele não atendeu. Mas teve tempo para cuidar da perna partida da Clara e do rato doente da sua cadela Trovão. Quando a minha mãe entrou, vermelha de choro, defendia-o com unhas e dentes, enquanto a traição dela me apunhalava. «Ele cometeu um erro! As pessoas cometem erros! O teu pai cometeu erros! Eu perdoei-lhe!» «Tu não me compares a ti», rosnei. «As tuas escolhas são tuas. As minhas são minhas.» Olhei para a foto que Clara tinha publicado no Instagram: o meu marido, de joelhos, a dar comida ao cão dela, Trovão, com a legenda: "O meu herói. Salvou-me a mim e ao Trovão. Não sei o que faria sem ti, Diogo. ❤️" A raiva fria e profunda consumiu-me. Diogo, os nossos laços estão quebrados e não me vou render. Eu quero o divórcio. E a minha vida.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10