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Nunca Mais Vítima: A Luta Pelo Meu Filho

Capítulo 3 

Palavras: 500    |    Lançado em: 26/06/2025

sentia há muito tempo. Preparei o pequeno-almoço para o

e tocou. Era um número desco

uma voz de mulher, p

, so

u advogada. Estou a ligar em

revirou-se. "Ad

cesso para obter a custódia total do fi

recer debaixo dos meu

mento?" A minha voz e

el e desrespeitoso para com a família paterna, o que, segundo ele, cria um

u, que dedicara cada seg

uma mentira!", gritei,

tou a informar da intenção do meu cliente. Receberá a notificaçã

Fiquei a olhar para

. Ele não podia ti

e o Leo era o meu mundo inteiro. Ele estava a

e atendeu ao primeiro toque,

s a fazer? Custódia t

e. Tu escolheste o desrespeito. Agora vais lidar com as c

ho porque eu não quis ser maltratada pe

do seu filho. Ele não pode crescer com uma mãe

o do vosso ódio! Vocês odeiam-no

ilidade. Nenhum juiz vai concordar com isto. O Leo

ulpa pela morte da

luto! Ela tem o dir

aniversário feliz? Eu não tenho o dir

or. "Boa sorte a explicar isso ao

desl

urara por tanto tempo finalmente vieram, queimando o meu rosto.

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Nunca Mais Vítima: A Luta Pelo Meu Filho
Nunca Mais Vítima: A Luta Pelo Meu Filho
“No dia em que o meu filho, Leo, completou cinco anos, recebi uma chamada do meu ex-marido. A voz dele cortou-me o coração: "Onde estás? Sabes que dia é hoje? É o dia em que a Ana morreu!" Mal tive tempo de processar, a voz estridente da minha ex-sogra invadiu a linha: "Sua assassina! O teu filho é uma desgraça! Ela morreu por tua causa!" Durante cinco anos, aturei as acusações, a culpa, a tortura emocional. Até o Tiago, o homem que amei, me abandonou, incapaz de olhar para o próprio filho sem ver a tragédia. Eu e o Leo éramos os culpados pela morte da irmã gémea dele, vítima de um acidente fatal enquanto me tentava salvar de um parto complicado. Mas naquele dia, olhando para o rosto radiante do meu filho num parque de diversões, senti que já chegava. O meu filho não era uma desgraça; ele era a minha razão de viver. Decidi que a amargura deles não nos envenenaria mais. Quando o Tiago me intimou, quase à meia-noite, a ir "consolar" a mãe, eu disse não. Pela primeira vez em muito tempo, senti um poder estranho. Mas a minha nova firmeza custou caro: no dia seguinte, um advogado ligou. O Tiago estava a pedir a custódia total do Leo. Ele ia usar o meu filho – o meu mundo – para me punir. Eu, a mãe dedicada, subitamente acusada de instabilidade e negligência. Pânico, raiva, desespero. Mas uma certeza: Nunca, jamais, permitiria que me tirassem o meu filho. Começou a guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10