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O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder

Capítulo 2 

Palavras: 466    |    Lançado em: 26/06/2025

como óleo a ser d

A ouvir tudo," disse

o da linha, seguido por um sus

com base na dor não é sensato. A nossa família está a passar por um momento difícil. O hos

i suficiente," eu di

cortante. "Estás a questionar a minha competência profi

nha voz a subir. "Deu-lhe um quarto privado? Ou ign

controla a tua mulher! Eu não vou

amada, o seu rosto

guiste irritar o meu pai! Ele

tava sob stress? Ela não estava com dor? Onde

abalhar! A salva

vel por ela! A vida dela e

aí e bati a porta com força. Pedro segu

mos entrar, tomar um ch

, puxando o meu braço. "Eu quero o div

de raiva para uma espé

s isto. Nós amamo-nos. Po

pensei que me amava. Mas naquele momento, tudo o que eu via

sse, a minha voz finalmente a quebrar.

porta na cara dele. Enco

meu telemóvel. A mensag

teceu à sua mãe. N

s a tremer

? Onde nos e

foi quase

10h. Procure por uma mulh

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O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder
O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder
“O carro fúnebre parou, a chuva fina a molhar o vidro. O funeral da minha mãe tinha acabado, mas mal. Minha mãe entrou no hospital para uma fratura simples. Saiu de lá num caixão. O meu marido, Pedro, ao volante, defendia o pai cirurgião, o Dr. Tiago, diretor do hospital. Dizia que o "melhor" do pai não foi suficiente. Ele, o grande cirurgião, não conseguiu salvar a minha mãe após a cirurgia que ele mesmo fez. Fui tratada com indiferença pela família deles, como se a dor da minha mãe fosse um mero inconveniente. Pedro e a minha cunhada, Sofia, consideravam-na apenas um "assunto menor". Como assim, um assunto menor? A minha mãe gritou de dor durante horas enquanto a ignoravam. Minha cabeça estava onde devia. Eu sabia que algo estava errado, que a morte dela não era um simples "acidente". A raiva e a dor borbulhavam, culminando num ultimato: "Vamos divorciar-nos." Pedro reagiu com fúria, os olhos arregalados, defendendo cegamente o pai. Ele me acusava de loucura, de egoísmo, de não ter compaixão. Mas a compaixão deles, onde estava quando minha mãe precisava? Não havia nada mais para conversar. "Eu quero o divórcio, Pedro. É a minha decisão final." Quando eu sentia que o mundo desabava e estava completamente sozinha, o meu telemóvel vibrou. Uma mensagem de um número desconhecido: "Eu sei o que aconteceu à sua mãe. Não foi um acidente. Encontre-me." O meu coração parou. A verdade estava lá fora, e eu ia buscá-la.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10