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O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder

Capítulo 4 

Palavras: 448    |    Lançado em: 26/06/2025

a pen USB a quei

avra ecoava na

gância, a negligência, a mentira que a matou. Era sobre Tia

guei a pen ao meu

operatória devido a erro de procedimento." E depois, o relatório altera

e firme de Helena a questionar Tiago.

ocupe com o seu próprio emprego. Algu

A crueldade na sua v

te com flores. Orquídeas bran

sinto muito por ontem. Eu estava chatea

raçar-me, mas

oisa," eu disse, a minha

utador e cliquei em

ncredulidade, e depois para o horror. Quando a gravaçã

verdade," gaguejou ele. "Te

a os dois relatórios no ecrã. "O teu pai matou a

abeça, recusando

. Ele é um bom homem. Ele dedi

rrigi. "Ao seu hospital, à sua reputação.

eira... ela pode ter sido despedida por outr

efender cegamente o seu pai monstro. E nesse mome

ra como aço. "É ele ou eu. Vais ficar do l

ra mim, o seu rosto

o meu p

oi tudo o que eu

friamente. "Pega nas

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O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder
O Cirurgião e a Mentira: Sangue nas Mãos do Poder
“O carro fúnebre parou, a chuva fina a molhar o vidro. O funeral da minha mãe tinha acabado, mas mal. Minha mãe entrou no hospital para uma fratura simples. Saiu de lá num caixão. O meu marido, Pedro, ao volante, defendia o pai cirurgião, o Dr. Tiago, diretor do hospital. Dizia que o "melhor" do pai não foi suficiente. Ele, o grande cirurgião, não conseguiu salvar a minha mãe após a cirurgia que ele mesmo fez. Fui tratada com indiferença pela família deles, como se a dor da minha mãe fosse um mero inconveniente. Pedro e a minha cunhada, Sofia, consideravam-na apenas um "assunto menor". Como assim, um assunto menor? A minha mãe gritou de dor durante horas enquanto a ignoravam. Minha cabeça estava onde devia. Eu sabia que algo estava errado, que a morte dela não era um simples "acidente". A raiva e a dor borbulhavam, culminando num ultimato: "Vamos divorciar-nos." Pedro reagiu com fúria, os olhos arregalados, defendendo cegamente o pai. Ele me acusava de loucura, de egoísmo, de não ter compaixão. Mas a compaixão deles, onde estava quando minha mãe precisava? Não havia nada mais para conversar. "Eu quero o divórcio, Pedro. É a minha decisão final." Quando eu sentia que o mundo desabava e estava completamente sozinha, o meu telemóvel vibrou. Uma mensagem de um número desconhecido: "Eu sei o que aconteceu à sua mãe. Não foi um acidente. Encontre-me." O meu coração parou. A verdade estava lá fora, e eu ia buscá-la.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10