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A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez

Capítulo 2 

Palavras: 525    |    Lançado em: 27/06/2025

ntão estava em silênci

coisa pequena? A minha filha acabou de p

xou-a a sangrar na estrada para ir consolar outra mulher por cau

as por um momento. Depois, a su

ria. A Sofia estava em choque. A Lia já estava a ser socorrida pelos

! Que ficasse ao lado dela! Que segurasse a mão

coisas de forma prática. Além disso, a Lia é f

m som desprovido d

que quis, manipulando todos à sua volta com

ntilidades. Um casamento não se desfaz por um capr

ue em segundo lugar, atrás de um gato.

fone com uma força que fez

hos cheios de uma determinação

ora calma mas firme, "nós não pr

solitária finalmente a e

i um alívio imenso. A

uarto abriu-

Diogo e

como se tivesse chorado durante ho

ó soube da gravidade disto agora! O Diogo dis

unhas perfeitamente pintadas a co

om uma expressão culpada

sse ele, a sua voz baixa. "Pense

calma? El

para ele. A peça de teatro

u, a minha voz rouca.

"Ainda não. Esto

ando a minha mão da dela. "Deve se

voz era palpável. O

ão seja

putada? Ou apenas cans

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A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez
A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez
“O médico disse que a minha perna teria de ser amputada. Em segundos, o meu mundo desabou, e com ele, a promessa de um futuro perfeito. A cirurgia de emergência tinha acabado, mas o cheiro a antissético e a traição pairava no ar. Liguei ao meu noivo, o Diogo, para lhe dar a notícia. Ele atendeu com impaciência, falando sobre o "caos da cidade" quando eu precisava dele ao meu lado. Enquanto o ouvia, percebi vozes familiares ao fundo – a da minha melhor amiga, Sofia, a choramingar por ter perdido o seu gato, o Mimo, e a do pai do Diogo a consolá-la. O Diogo, o homem que ia casar comigo, disse-me: "Não vês o caos que está na cidade? Nem tive tempo para almoçar!" A minha mãe, ao meu lado, tinha os olhos inchados de chorar, mas o choque estava só a começar. Quando revelei que ia terminar o noivado, a raiva dele explodiu. "Não podes querer acabar tudo só por causa disto, pois não? Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Sofia tem sido difícil, ela sente-se tão sozinha!" Ele continuou a gritar, perguntando quem me iria querer agora, amputada, e se eu queria passar o resto da vida sozinha. Depois, desligou-me na cara. Eu tinha acabado de perder uma perna. O meu noivo, o homem com quem ia casar em três meses, tinha-me abandonado ensanguentada na estrada para ir procurar um gato de outra mulher. Não era só a perna que eu tinha perdido; era a minha dignidade, o meu futuro, a minha fé. Será que ele não pensou em mim? Ou o nosso amor valia menos do que um gato? Nesse abismo de dor e desespero, recebi uma ligação do meu padrinho. Ele revelou uma verdade chocante: o pai do Diogo, o Senhor Alves, tinha arruinado o meu próprio pai anos atrás, usando táticas de traição semelhantes. Aquele casamento não era amor, era uma vingança familiar. A minha vingança estava apenas a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10