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A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez

Capítulo 4 

Palavras: 523    |    Lançado em: 27/06/2025

s, o hospital tor

m psicólogos, aprender a v

lado, ajudando-me com tudo, desde as tarefas ma

ecer. Mas não parou de me

favor, fal

erro. Deixa-

apagar da tu

e tínhamos. Não dei

as. Apagava-as

ém me enviav

preocupada. O Di

anto. Está a

oa-o. As pessoas

ra sufocante. Bloq

acidente, recebi uma

uenta mil euros. A descri

go para as despesas do casamento. O dinheiro q

ecrã do telemóvel, a s

mprar o meu perdão? Que podia pôr um

Ele atendeu ao primeiro

Rece

?" perguntei, a minh

a o que precisares. O meu pai e eu achám

ve isto? Achas que podes pagar pela perna que eu pe

Lia, eu só qu

er a toda a gente que 'fizeste a coisa certa'. Mas tu n

ão é ve

preciso da caridade deles. E tu, Diogo, fica longe de mim. Se voltar

ê? Eu não fiz n

. Mentiste. E agora estás a tentar c

i o dinheiro de volt

eve. Cada ligação cortada com ele e

nha mãe entrou no quarto c

inho ligou,

meu falecido pai. Ele vivia no Porto e rarament

dente. Quer vir v

nho Tiago sempre fora uma presen

disse eu. "Gos

visita iria virar tud

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A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez
A Noiva Abandonada e a Justiça Que Se Fez
“O médico disse que a minha perna teria de ser amputada. Em segundos, o meu mundo desabou, e com ele, a promessa de um futuro perfeito. A cirurgia de emergência tinha acabado, mas o cheiro a antissético e a traição pairava no ar. Liguei ao meu noivo, o Diogo, para lhe dar a notícia. Ele atendeu com impaciência, falando sobre o "caos da cidade" quando eu precisava dele ao meu lado. Enquanto o ouvia, percebi vozes familiares ao fundo – a da minha melhor amiga, Sofia, a choramingar por ter perdido o seu gato, o Mimo, e a do pai do Diogo a consolá-la. O Diogo, o homem que ia casar comigo, disse-me: "Não vês o caos que está na cidade? Nem tive tempo para almoçar!" A minha mãe, ao meu lado, tinha os olhos inchados de chorar, mas o choque estava só a começar. Quando revelei que ia terminar o noivado, a raiva dele explodiu. "Não podes querer acabar tudo só por causa disto, pois não? Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Sofia tem sido difícil, ela sente-se tão sozinha!" Ele continuou a gritar, perguntando quem me iria querer agora, amputada, e se eu queria passar o resto da vida sozinha. Depois, desligou-me na cara. Eu tinha acabado de perder uma perna. O meu noivo, o homem com quem ia casar em três meses, tinha-me abandonado ensanguentada na estrada para ir procurar um gato de outra mulher. Não era só a perna que eu tinha perdido; era a minha dignidade, o meu futuro, a minha fé. Será que ele não pensou em mim? Ou o nosso amor valia menos do que um gato? Nesse abismo de dor e desespero, recebi uma ligação do meu padrinho. Ele revelou uma verdade chocante: o pai do Diogo, o Senhor Alves, tinha arruinado o meu próprio pai anos atrás, usando táticas de traição semelhantes. Aquele casamento não era amor, era uma vingança familiar. A minha vingança estava apenas a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10