icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
Um Dia, Duas Perdas

Um Dia, Duas Perdas

icon

Introdução 

Palavras: 308    |    Lançado em: 27/06/2025

s, no corredor frio de um hospital, a enfre

s um acidente de carro, a precisar deses

minha cunhada Laura, com

que só havia uma bolsa

u filho ainda por nascer, viro

e seja para a Laura. A

abandonou ali, à beira da vi

tão chegou, cu

e já viveu o suficiente!

maneceu em silêncio, o seu sil

dor lancinante t

hação, a traição d

que algo está er

drama e voltou-se para a irmã, deixando

Meu filho, Tiago, nasceu

não ter recebido o sa

eu. E não fui eu.

mília. Eu era

e o vazio era

r isso? Como pude

ecia aquilo. O divór

ória estava l

de por trás daquele acidente e da ma

struiria a minha

Reclame seu bônus no App

Abrir
Um Dia, Duas Perdas
Um Dia, Duas Perdas
“Aqui estava eu, Clara, grávida de oito meses, no corredor frio de um hospital, a enfrentar a decisão mais terrível da minha vida. Minha mãe, Sofia, jazia inconsciente após um acidente de carro, a precisar desesperadamente de uma transfusão de sangue. Ao lado, pálida, estava a minha cunhada Laura, com apenas alguns arranhões. A enfermeira informou que só havia uma bolsa de sangue compatível. Meu marido, Pedro, o pai do meu filho ainda por nascer, virou-se para mim e para o médico. "Se só há uma bolsa, que seja para a Laura. A Laura só me tem a mim." Fiquei sem palavras. Ele me abandonou ali, à beira da vida ou da morte da minha mãe. Minha sogra então chegou, cuspindo veneno. "A culpa é tua! A tua mãe já viveu o suficiente! O sangue é para a Laura!" Ninguém me defendeu. Pedro permaneceu em silêncio, o seu silêncio uma concordância gélida. De repente, uma dor lancinante tomou conta de mim. O stresse, a humilhação, a traição do homem que amava... "O bebé... acho que algo está errado", sussurrei. Pedro, em vez de me ajudar, acusou-me de drama e voltou-se para a irmã, deixando-me ali, sozinha, a gritar por uma maca. Naquele dia, perdi tudo. Meu filho, Tiago, nasceu prematuro e não resistiu. Minha mãe morreu por não ter recebido o sangue de que precisava. Meu marido escolheu. E não fui eu. Nem o nosso filho. Eu não era família. Eu era uma estranha. A dor, a fúria e o vazio eram avassaladores. Como puderam fazer isso? Como pude ter sido tão cega? Eu sabia que não merecia aquilo. O divórcio era a única saída. Mas esta história estava longe de acabar. Eu iria desenterrar a terrível verdade por trás daquele acidente e da manipulação que destruiu a minha vida. E depois, eu construiria a minha própria vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10