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Entre Escombros e Um Novo Caminho

Capítulo 2 

Palavras: 592    |    Lançado em: 27/06/2025

ro ecoou no corr

ama po

iu baixa, quas

a perna, e o senhor c

ve nada. Tu estás a mimá-lo demasiado, é esse o problema. A minha Sofia, coitadinha,

acreditar no qu

da, tão cruel, que por um

stes a passar por uma amputação. Ele não

homens iam para a guerra e perdiam muito mais. Tu e a tu

o telefone

a o ecrã escuro, o

era tudo, e a empatia era uma moeda

álido sob a luz fraca do hospital. A sua perna estava co

ama dele, a minha mão encontrou a

ro queimavam na minha

. Ele era a criança mais

mente. A noite deu luga

trou, o seu

sinatura para a cirurgia. O M

voz firme. "Eu sou a mãe dele

o. "A cirurgia está marcada pa

o meu nome a parecer um passo para

meu telemóvel vibrou. Er

m a Sofia. Ela está muito abalada. Assim que encontra

rei para o ecrã. "A d

ueei o número dele, tal c

ato, mas parece

ra a cirurgia. Ele começou a acorda

sua voz e

, meu amor.

perna d

médicos vão tratar de

s grandes olhos castanhos

nta. A única

lema muito importante. Mas ele ama-te muito. E eu

esposta, o seu corpo pe

io, eu andei ao lado da maca, a segurar

mo-te

te amo

-se, deixando-me s

o, eu

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Entre Escombros e Um Novo Caminho
Entre Escombros e Um Novo Caminho
“O mundo desabou quando o médico disse que a perna do meu filho, Leo, precisaria ser amputada. Em pânico, liguei para o meu marido, Miguel, que mal se dignou a atender. A voz dele, irritada, veio do outro lado: "Estou ocupado, não vês o caos? A Sofia está em pânico, o gato dela, o Mimo, desapareceu!" Ele estava a ajudar a irmã com um gato perdido, enquanto o nosso filho jazia sedado, a sua perna esmagada. A minha mão tremia enquanto ele gritava ao telefone, defendendo o tempo gasto com a irmã "frágil". Mas então, a voz trémula da minha cunhada, Sofia, chegou claramente pelo telefone: "Pedro, Miguel, muito obrigada. Se não fossem vocês, eu não sei o que faria." Fiquei ali, em choque. E o meu sogro, Pedro, que sempre desprezou o meu filho, ligou-me depois, a repreender-me: "Helena! Como é que educaste o teu filho para ser tão fraco? Os homens aguentam a dor! Ele está a fazer um drama por nada!" O meu filho de sete anos ia perder uma perna, e o avô chamava a isso "drama por nada"? Como o meu marido e a sua família podiam ser tão cegos e desumanos, priorizando uma mulher adulta e um gato a uma criança de sete anos que perdeu um membro? A revelação mais chocante veio da minha sogra: Miguel não estava a ajudar a irmã por causa de um gato, mas para encobrir um caso sórdido e proteger a "honra" da família. Naquela noite, olhei para o meu filho e soube: a guerra tinha começado. Eu me divorciaria, enfrentaria o inferno, e protegeria o Leo de uma família que valia menos do que a perna que ele perdera. Aquele hospital seria o nosso refúgio. E a minha vingança seria construir uma nova vida de paz e sucesso para nós dois.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10