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A Vingança da Maré

Capítulo 1 

Palavras: 590    |    Lançado em: 27/06/2025

a polícia encon

Pedro, me tinha denunciado por t

de cinco anos, que se aga

s seus grandes olhos, ch

que me empurra

soou, e o meu cor

e empurre

a, arranhada pela água

volvendo Sofia num gr

ra mim com u

om os meus próprios o

entindo-me exausta. "Eu e

a? De qu

stava cheia

stava ao lado dele, c

foi estável. Desde que perdeu o

O nosso filho que mo

nteceu h

lá, um buraco silen

o contra mim se

s, sem sequer olhar para mim. "El

ha. Não a n

cias he

estar em choque. Talvez dev

me. "Eu quero apresentar queixa.

a para a

am por cima. O cheiro a café

me perguntas.

a onda traiçoeira

dela, como lutei contra a co

até a minha garganta

, mas os seus olhos es

e uma mãe "instável" co

esmo a tempo de me ti

tros na praia, e

ra a

noite, o meu advo

velho amigo

que aco

he tudo

entemente, o s

nar muito," disse ele.

," disse eu,

stá a dizer aos assistentes

esaparecer debai

ela não

ustada e confusa. O Pedro e a Clara es

i os

ar ao ouvido de Sofia, a su

enenar a nossa f

ontecer agora

uiátrica. E o Pedro pediu uma o

dos meus

pode fa

avemente. "Inês, vamos ter de lutar

a que n

a vez que Pedro tentav

eira vez que ele

-

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A Vingança da Maré
A Vingança da Maré
“A noite na praia começou como tantas outras, com a minha filha Sofia a brincar perto de mim. Mas, de repente, encontrei-me cercada pela polícia. Disseram que o meu marido, Pedro, me tinha denunciado por tentar afogar a nossa filha. Olhei para Sofia, de cinco anos, com os seus olhos cheios de medo, a agarrar-se ao polícia. "Mamã, por que é que me empurraste para a água?" A sua voz infantil perfurou-me o coração. Pedro e a sua irmã, Clara, tinham-na virado contra mim. Ele exigiu que a polícia me levasse, afirmando que eu era um perigo para "a sua filha". Fui acusada, a minha versão da onda traiçoeira e da minha tentativa desesperada de salvamento não importava. Fui libertada sob fiança, mas com uma ordem de restrição: não me podia sequer aproximar da minha própria filha. O apartamento que chamávamos de lar estava vazio, Pedro tinha levado tudo, até os brinquedos de Sofia. Como é que o homem que jurei amar podia fazer-me isto? Como podia a minha filha, que eu tanto amava, acreditar que eu a queria magoar? A dor de perder o meu bebé havia um ano estava a ser usada contra mim, mas eu sabia que Pedro estava a mentir. Achei que estava sozinha, mas a minha mãe disse: "Não te deixes abater. Ele não te pode tirar a tua filha." Era hora de lutar. Eu iria provar a verdade, custasse o que custasse.”
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