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A Vingança da Maré

Capítulo 4 

Palavras: 677    |    Lançado em: 27/06/2025

iquiatra chegou u

nconc

o resolvido" relacionados com a perda do meu filho, mas não encontrou

familiar e uma reavalia

ficou

o seu advogado ao telefone, acusan

tu eras louca e perigosa," disse Tiago.

uma audiência de

s também sentia uma c

o psiquiátrico, poderia ser suficiente para, pel

ia ver a m

unto cinzento que me fazia sentir profissional e comp

lado no banco do tribunal, a

taram-se do outro

e o seu olhar fixo em frente, o seu

para mim. O seu sorriso

u o nosso caso, sent

omem elegante com cabelo

mãe instável e negligente, cuja dor a

lhes gráficos, usando as palavras de Pedro

isse o advogado. "Ela viu a Sra. Mendes empurrar d

r. "Objeção, Vossa Excelência

juíza. "Atenha-se aos

ito. A imagem estava pl

apresentou o relatório psiqui

ha um padrão de comportament

a a usar a minha dor contra mi

Sofia da sua mãe," disse Tiago. "Ela quer co-parentalidade.

entamente, o seu

la olhou

o senhor tem

arecia a personificação

ho medo por ela. Desde que perdemos o nosso filho, a Inês... ela não é a me

como se estivesse a

io. Não foi a minha Inês que empurrou a Sofia. Foi a dor dela. E

eram tão convince

, até eu quase

ibunal ficou

is à sua frente, depois pa

la finalmente, "e a necessidade de proteger a cri

ração af

ra. Mendes visitas supervisionadas, duas vezes

. Uma pequena,

mais do

nidade de ver

a migalha com to

-

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A Vingança da Maré
A Vingança da Maré
“A noite na praia começou como tantas outras, com a minha filha Sofia a brincar perto de mim. Mas, de repente, encontrei-me cercada pela polícia. Disseram que o meu marido, Pedro, me tinha denunciado por tentar afogar a nossa filha. Olhei para Sofia, de cinco anos, com os seus olhos cheios de medo, a agarrar-se ao polícia. "Mamã, por que é que me empurraste para a água?" A sua voz infantil perfurou-me o coração. Pedro e a sua irmã, Clara, tinham-na virado contra mim. Ele exigiu que a polícia me levasse, afirmando que eu era um perigo para "a sua filha". Fui acusada, a minha versão da onda traiçoeira e da minha tentativa desesperada de salvamento não importava. Fui libertada sob fiança, mas com uma ordem de restrição: não me podia sequer aproximar da minha própria filha. O apartamento que chamávamos de lar estava vazio, Pedro tinha levado tudo, até os brinquedos de Sofia. Como é que o homem que jurei amar podia fazer-me isto? Como podia a minha filha, que eu tanto amava, acreditar que eu a queria magoar? A dor de perder o meu bebé havia um ano estava a ser usada contra mim, mas eu sabia que Pedro estava a mentir. Achei que estava sozinha, mas a minha mãe disse: "Não te deixes abater. Ele não te pode tirar a tua filha." Era hora de lutar. Eu iria provar a verdade, custasse o que custasse.”
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