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O Sabor Amargo da Culpa

Capítulo 1 

Palavras: 484    |    Lançado em: 27/06/2025

orreu no dia em que

reação alérgica

go, foi quem lhe de

mia sem parar, as minhas mãos ainda sujas com o c

la de emergência, o

udo o que

profissionais, sugaram

o, só conseguia ouvir o

correu para o Tiago,

, não te culpes,

para mim, os seus o

tado a vigiá-lo melhor, isto não teria aco

que estava ao lado de

Ele não sabia da alergia. A Sofia é a mãe, ela devia s

abia da

ha-lhe

es um milhã

rgico a amendoins. Um b

s adesivas e colei

s mensagen

cara a cara, t

s nunca

tava a exagerar, a ser

Relaxa, Sofia. Um pouco não lhe vai

eu filho e

tavam a c

ando que ele me defendess

ou para o chão, ev

cio foi a s

sua tr

o amor que eu sen

mente com o

," a minha voz saiu rouca,

a cabeça, os seus olhos

bou de morrer e tu estás a falar

ua voz estridente a

! Ela só queria o nosso dinheiro! Agora que o Leo

r, mas o que saiu foi u

m pedaços, mas a minha mente

podia

estas

atou o meu filho e se

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O Sabor Amargo da Culpa
O Sabor Amargo da Culpa
“O dia que deveria ser de celebração transformou-se no meu pior pesadelo. Era o terceiro aniversário do meu pequeno Leo. Mas ele morreu, ali mesmo, nos meus braços, de uma reação alérgica devastadora a amendoins. O bolo, o bolo de amendoim, foi-lhe dado pelo seu próprio pai, o meu marido, Tiago. No chão frio do hospital, enquanto o médico pronunciava as palavras finais, senti o sangue gelar nas minhas veias. O mundo ficou mudo, exceto pelo zumbido nos meus ouvidos. Então, veio a acusação. «A culpa é toda tua, Sofia!», gritou a minha sogra, Helena, os seus olhos cheios de ódio. «Eras a mãe! Tivesses vigiado melhor!», ecoou a cunhada, Inês. Até elas, que eu tinha avisado um milhão de vezes sobre a alergia fatal do Leo. «Ele pensava que estavas a exagerar, Sofia. Que eras demasiado nervosa», lembrei-me das palavras do Tiago. E ele ali, em silêncio, a evitar o meu olhar, a trair-me com a sua passividade. Como podiam culpar-me? Como podiam ignorar todos os meus avisos sobre algo tão sério? Afinal, não fui eu quem deu o bolo envenenado ao meu filho. Não fui eu quem se recusou a acreditar na gravidade da alergia. Naquele instante, o amor que eu sentia por Tiago morreu. Deixei claro: «Vamo-nos divorciar, Tiago». O choque nos seus olhos não importava. Eu não podia mais ficar com aquelas pessoas, com o homem que matou o nosso filho e se recusava a assumir a culpa. Eu só queria fugir, escapar, e eles iriam pagar por isso.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10