icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Sabor Amargo da Culpa

Capítulo 4 

Palavras: 337    |    Lançado em: 27/06/2025

ei com o som de portas a

família estavam

arto de hósp

queria

a a queixar-

está a expulsar. Depois de

mim? Criticaram-me, minaram

a I

oração. O Tiago tem so

te, ouvi

uas. Vamos a

estava d

ilêncio, e depois uma

" era o

o res

Eu só... eu só queria

cul

pequena para um

o podia trazer o m

em si

astarem-se, a porta da f

is, si

o profundo

nham id

a hora, só para

lentamente

estav

uas coisas, as suas rou

ainda pairava no ar

quarto

suas coisas e

ri

ros de dinossauros, os seus d

ma pequen

s três, tirada no seu

meio, a sorrir d

estávamos a s

amos f

famí

fia ao meio, sepa

te do Leo e

arte do Ti

rimeiro

sso para apag

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Sabor Amargo da Culpa
O Sabor Amargo da Culpa
“O dia que deveria ser de celebração transformou-se no meu pior pesadelo. Era o terceiro aniversário do meu pequeno Leo. Mas ele morreu, ali mesmo, nos meus braços, de uma reação alérgica devastadora a amendoins. O bolo, o bolo de amendoim, foi-lhe dado pelo seu próprio pai, o meu marido, Tiago. No chão frio do hospital, enquanto o médico pronunciava as palavras finais, senti o sangue gelar nas minhas veias. O mundo ficou mudo, exceto pelo zumbido nos meus ouvidos. Então, veio a acusação. «A culpa é toda tua, Sofia!», gritou a minha sogra, Helena, os seus olhos cheios de ódio. «Eras a mãe! Tivesses vigiado melhor!», ecoou a cunhada, Inês. Até elas, que eu tinha avisado um milhão de vezes sobre a alergia fatal do Leo. «Ele pensava que estavas a exagerar, Sofia. Que eras demasiado nervosa», lembrei-me das palavras do Tiago. E ele ali, em silêncio, a evitar o meu olhar, a trair-me com a sua passividade. Como podiam culpar-me? Como podiam ignorar todos os meus avisos sobre algo tão sério? Afinal, não fui eu quem deu o bolo envenenado ao meu filho. Não fui eu quem se recusou a acreditar na gravidade da alergia. Naquele instante, o amor que eu sentia por Tiago morreu. Deixei claro: «Vamo-nos divorciar, Tiago». O choque nos seus olhos não importava. Eu não podia mais ficar com aquelas pessoas, com o homem que matou o nosso filho e se recusava a assumir a culpa. Eu só queria fugir, escapar, e eles iriam pagar por isso.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10