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Quando o Silêncio do Marido Mata

Capítulo 4 

Palavras: 361    |    Lançado em: 27/06/2025

e transforma

pintando a cidade

amília de João estava me

estavam arruinando a reputação de Joã

antiu que era uma tá

rados, Sofia. Estão

ou. Eu esta

bunais, de reviver o pior di

eu quarto. Eu estava sentada na

sentando-se na cama ao meu lado

i para ela

Depois de

e, os olhos marejados. "Isso está te consumi

ue ela est

João e sua família imp

nheiro, mãe. É

a é falha. A única coisa que importa é que vo

lêncio por um

s dela faz

tentando prova

seu erro. Sua família

tando uma ba

na escuridão. "Vamo

e, liguei para

ue queria ace

uer a

eria que

adir, mas minha dec

depois, assin

danos morais. Eles retirar

io foi f

ia pela minha parte no apar

ue eu tinha direito,

o da minha

o advogado, senti um peso

ez em meses, eu

a aca

tava

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Quando o Silêncio do Marido Mata
Quando o Silêncio do Marido Mata
“Quando acordei no hospital, o cheiro de desinfetante não podia mascarar o vazio que sentia. Lá fora, um incêndio gigante, dezenas de mortos. Mas para mim, a tragédia era pessoal: meu filho não estava mais ali. Com as mãos trêmulas, liguei para João, meu marido. Do outro lado, ele atendeu, irritado, dizendo que o dia tinha sido um inferno e que estava exausto. Mal comecei a falar, ouvi a voz da minha sogra, Helena, ao fundo, preocupada com a sobrinha dele, Beatriz, assustada com o incêndio. João nem me deu chance, disse que tinha que cuidar da sobrinha em choque e perguntou friamente: "O que você quer?" Eu, que havia perdido nosso filho, com minha mãe quase morrendo queimada, e ele me pedia compaixão pela sobrinha dele. A raiva dele explodiu quando eu disse: "João, vamos nos divorciar." Ele gritou se eu tinha enlouquecido, me acusou de não ter compaixão e ainda me chantageou com a gravidez, que ele nem sabia que tinha acabado! Em seguida, ele desligou na minha cara e me bloqueou. Ele se importava com a "família", mas eu e nosso filho, que esperamos por três longos anos, não fazíamos parte dela. Nossas dezoito chamadas ignoradas enquanto o fogo consumia o prédio, a instrução para eu "me virar", a negligência dele deixou nosso bebê sem vida. Onde estava a justiça para mim? Em meio a essa dor insuportável e à traição de quem deveria me proteger, uma coisa era clara: eu precisava me reinventar. O divórcio não era mais uma opção, mas uma necessidade urgente. Era hora de dar um basta e lutar pela minha dignidade, pela memória do meu filho, e encontrar um novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10