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Quando o Amor Não É Suficiente

Capítulo 4 

Palavras: 505    |    Lançado em: 27/06/2025

s, Pedro aparec

eiras e a barba por fazer. Tra

la

es na mesa da cozinha. Elas pareciam

ás?", per

ém." A minha voz era fri

que estás zangada. Tens todo

eu recuei. O seu toque pa

como se isso explicasse tudo. "Levei-a pa

om par

"Podes parar com isso? Eu estou aqui agora.

ra a próxima vez que a Sofia tiver uma

Falámos com um terapeuta. El

O homem que eu amava. Senti uma dor profunda,

o da nossa conta poupança para

e repente. Os seus olhos a

e. Protegi o

o também era meu!" A sua voz subiu, a f

tade que vou usar para cuidar do meu filho,

a tentar consertar as coisas e

ma de hospital, a recuperar de uma cirurgia que salvou a vida

lavras, o rosto

palavras saíram mais facilmente do

to dele foi qua

isto? Tu estás grávida, Clara! Vais dei

-a a ela. Repetidamente. E agora eu estou a fazer a min

podes fa

já f

des ir embora. Leva as tu

a, e depois de volta para mim. Havia fúria nos

ue eu estava a

com tanta força que os v

A minha mão pousou instintiv

pequeno", sussurrei. "M

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Quando o Amor Não É Suficiente
Quando o Amor Não É Suficiente
“Acabei de acordar no hospital. O cheiro a desinfetante, o corpo pesado, mas o alívio era imenso. O meu bebé, o nosso pequeno milagre, estava seguro depois de um acidente de carro terrível. A cirurgia para salvá-lo tinha sido um sucesso. O Pedro, o meu marido, estava ao meu lado, as mãos dadas, partilhando o meu alívio. Mas então, o telemóvel dele tocou. A minha meia-irmã, Sofia, tinha tentado suicidar-se. Num piscar de olhos, o Pedro largou a minha mão, largou a mim, recém-operada e ainda em choque. Ele correu para ela, deixando-me para trás, sozinha, no leito hospitalar. Três dias se passaram, e ele não voltou. As suas desculpas eram vagas: "A Sofia ainda precisa de mim. Ela só fala comigo." Fui buscar alta em táxi, porque ele não apareceu. Ele estava a acalmá-la do pânico por um acidente hipotético, enquanto eu tinha vivido um real. Senti-me a diminuir, a tornar-me insignificante. "Ele é o meu marido", disse à minha mãe, "devia estar aqui!" Até o meu padrasto me ligou, repreendendo-me por não ser "compreensiva". "Tu és forte", disse ele. "Tu aguentas." "Então eu não mereço compaixão?", sussurrei. Essa "força" era uma prisão. Mas eu não ia deixar o meu filho ser a segunda escolha de ninguém. Eu, Clara, tinha acabado de sair do hospital depois de quase perder a minha vida e a do meu filho, e ele escolheu a irmã. A ironia era amarga. Agora, era a minha vez de escolher. E era hora de lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10