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A Escolha de Eva: Meu Renascimento

Capítulo 3 

Palavras: 318    |    Lançado em: 30/06/2025

saiu f

uma chamada do meu pai. A s

passa contigo? Como pudeste pedir o divórcio

s," tentei explicar,

a cuidar de uma paciente? Eva, tens de ser sensata! A família Alm

ras deixaram-

ua filha. Porque é que es

negócio depende do apoio do pai do Pedro. Se

oísta finalmente

uma ferramenta para a sua carreira. A minha

u marido a passar a noite com a ex-namorada no nosso

socializar lá fora, é inev

eran

riso cheio

rante. Se o teu negócio for à falência p

sem querer ouvir mai

elo. A minha própria família, o

poderia e

io, a casa parecia an

, senti-me

este casamento, tentado ser

os olhos deles,

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A Escolha de Eva: Meu Renascimento
A Escolha de Eva: Meu Renascimento
“Na noite do meu terceiro aniversário de casamento, preparei um jantar especial para o meu marido, Pedro. Esperava compartilhar uma notícia importante com ele, algo que mudaria as nossas vidas para sempre. Mas em vez dele, recebo uma mensagem fria. Era do Pedro, dizendo que a sua ex-namorada, Sofia, estava "a passar mal" e ele tinha de cuidar dela. Com a mensagem, uma foto dela, pálida e com um cateter, e ele ao lado, segurando-lhe a mão com preocupação. Ele tinha-se esquecido. Esqueceu-se do nosso dia, de mim, dos pratos frios na mesa. Respondi apenas "Ok", apaguei o número dele e bloqueei-o. O relatório de gravidez que tinha na mão pesou subitamente, e atirei-o para o lixo. Se ele se importava tanto com uma ex, esta família não tinha razão para existir. No dia seguinte, a minha sogra invadiu a minha casa, furiosa, acusando-me de fazer birra. "Estou a planear o divórcio", disse eu, calmamente, para choque dela. Ela e o meu próprio pai, com quem a ouvi falar logo a seguir, uniram-se, pressionando-me implacavelmente. "Que egoísmo!", gritavam. "Ele só estava a ajudar uma amiga!" "A nossa empresa depende deles! O que vai ser de nós se te divorciares?" A minha própria família via o meu casamento como uma ferramenta, a minha felicidade não valia nada. O Pedro voltou, exausto, sem um pingo de culpa nos olhos. "Porque é que não a podes tolerar?", perguntou ele. "É sempre ela, Pedro! Tu escolhes sempre ela sem hesitar!" Ele disse que a situação dela era "de vida ou morte", e a minha "apenas um jantar". Eu questiono-o: "E se a minha situação também fosse de vida ou morte?" Ele riu, sem imaginar que a vida do nosso filho, que ele nem sabia que existia, já tinha sido descartada por mim. Mas o pior estava por vir. Quando decidi dar entrada no divórcio sozinha, vi-a. A Sofia, radiante e energética, a rir ao telefone, sem sinais de doença, lançando-me um sorriso provocador. Tudo não passava de uma farsa. Que idiota era o meu marido... ou talvez ele só gostasse de ser enganado? Chega. Não vou aguentar mais este abuso. O divórcio será o meu renascimento.”
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