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Adeus, Pedro: Minha Vida Começa Agora

Capítulo 2 

Palavras: 515    |    Lançado em: 30/06/2025

inas. O meu pai estava deitado na cama, pálido e frágil, ligado a vária

lhe a mão. Os seus olhos estavam vermelhos e inchados de tan

tua espera,"

mente. Eram os mesmos olhos azuis penetrantes que eu

era um murmúrio f

ram com dificuldade. As lágrimas que

a mão, e eu peguei

teu marido?" ele pe

queria era perturbar os seus mome

o pôde vir. Ti

i um brilho da sua antiga perspicácia. Ele sem

ratou-

falar. A mentira pes

a do quarto abriu-

elo despenteado. Os seus olhos encontra

fazer? Desapareces e nã

ra o meu pai. A sua ate

eu pai," respondi, a minha voz

cinco anos de casamento por causa de um err

ubiu. "Tu arruinaste-nos

u pai era fraca, mas c

homem na cama. O seu rosto mudou, adot

ueria incomodar. A Eva e eu tivemos

tentando parecer o genro

o. Os seus olhos e

i, não como uma pergunta, mas c

nte pelo meu rosto agora. E

asa da avó. Para dar o din

quebrado apenas pelo som das máqui

to. Quando os abriu novamente, a sua v

or

para ele, conf

o meu pai, a sua respiração a ficar mai

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Adeus, Pedro: Minha Vida Começa Agora
Adeus, Pedro: Minha Vida Começa Agora
“Quando o meu voo do Brasil aterrou em Portugal, o meu telemóvel explodiu com mensagens do meu marido, Pedro: "Eva, onde estás? O teu pai precisa de ti." A caminho do hospital, decidi que ia pôr fim ao nosso casamento. A noite anterior, do outro lado do Atlântico, a verdade tinha atingido-me como um raio: Pedro hipotecou a casa da minha avó, o meu único porto seguro, para um negócio falhado com a sua ex-namorada. A sua resposta? Fria e esmagadora: "Estás a brincar? Não sejas infantil. O teu pai está a morrer e tu preocupas-te com isso?" A humilhação apertou-me o peito, mas nada me preparou para o que aconteceu no quarto do hospital. Ele apareceu, desgrenhado, fúria e cinismo nos olhos, ignorando o meu pai no leito de morte para me questionar sobre o divórcio. O meu pai, com o último fio de força, forçou Pedro a sair. Ali, naquele silêncio pós-tempestade, percebi a ironia cruel: o homem que eu desafiei por Pedro há cinco anos, tinha razão. E não só isso. O meu pai, na sua última prova de amor, confessou que sempre soube, sempre desconfiou, e protegeu a minha herança com uma cláusula secreta no seu testamento. Eu tinha perdido tudo: o marido, a casa, a ilusão de uma vida. Mas o meu pai tinha-me dado uma arma. E agora, iria lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10