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A Última Chama Apagada

Capítulo 2 

Palavras: 586    |    Lançado em: 30/06/2025

sol entrou pela janela, ma

ormi a n

penas com algumas roup

me comprou, deixei

ar nada que me

restes a sair,

o rosto cansado

aos meus pés e

estás a

r em

osta foi sim

rolho, a sua impa

ofia acabou de sair de perigo, não

rra

avra, sentin

amos a divo

rcio que o advogado tinha envi

cumento, e a sua expressão pa

omigo? Só porque eu não volt

u braço, a sua f

ção da Sofia ontem? Ela quase morr

o era como um

á não se

nosso aniversário. Eu es

olhos dele, tentando enc

encont

va e desap

uma vida humana? Catarina, quando te

s dele fiz

vezes saíste a correr a meio da noite por causa dela? Qu

ondição dela é especia

struir o casamento de outra pessoa? E eu? Tenh

da mão del

u cansada. Não quer

, não faç

pouco, talvez percebend

de ela melhorar, eu prometo que vou compensar-t

a promessa

a que ele n

o. Só quero

ha mala, pron

ou-me o

o conc

tom er

marido, não me

rid

amarga

lmente me tratast

o, o telemóv

fia" pisco

hesitar, a sua voz tornou-

tes? Não te preocup

hou para mim, com

nho de ir para o hospital. Falam

por mim,

abriu a porta, eu di

or esta porta hoje,

de costas

undos de silêncio, e

m, Catarina. Sê

is, el

clique, cortando a última

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A Última Chama Apagada
A Última Chama Apagada
“No dia do nosso terceiro aniversário de casamento, preparei um jantar à luz de velas, com o coração cheio de esperança. Mas essa esperança desfez-se com uma única mensagem do meu marido, Pedro: "A Sofia tentou suicídio outra vez. Estou a ir para o hospital. Não me esperes para jantar." Logo a seguir, veio uma foto dela numa cama de hospital, com os pulsos enfaixados, e Pedro a segurar a mão dela, com os olhos rasos de dor. A legenda? "Ela precisa de mim." O meu coração, que eu achava estar dormente, latejou. Ele precisava dela. E eu? No nosso aniversário, eu não precisava dele? Era eu tão descartável assim? Quando ele regressou, exigiu que eu fosse "compreensiva", acusou-me de ser "cruel" por querer liberdade, e ainda me culpou pelas "birras" da ex-namorada. A minha sogra teve de o forçar, mas ele, ao assinar o divórcio, virou-se para mim e disse: "Ela tentou suicídio outra vez por tua causa. Vais arrepender-te." Sentia-me a vilã da história, acusada de egoísmo por apenas querer ser vista. Como cheguei a um ponto onde a minha própria felicidade era considerada crueldade? A sua porta fechou-se com um clique final, mas eu já tinha pego no telefone. "Advogado Martins? Sou a Catarina. Quero iniciar o processo de divórcio." A partir daquele momento, a minha vida não seria mais sobre ser a segunda opção.”
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