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A Última Chama Apagada

Capítulo 4 

Palavras: 536    |    Lançado em: 30/06/2025

s, Pedro aparec

ltima vez. Os seus olhos estavam injectado

o acordo?

era rouc

os documento

u na caneta e assinou o seu nome no final do

se ele quisesse acabar com aq

nou, empurrou os

atisfeit

stava cheio

dele, sentindo uma mistu

, terminados com um si

atisfação, Pedro. É

erta

um riso frio

ua causa. Ela ouviu a minha conversa com a minha mãe ao telefone. Ela acha que é culpa de

foram como um s

ra ele,

i-a a tentar suicídio? Ped

cio, se não tivesses ligado à minha

ua raiva a encher o

pensei que fosses um

ue

terminar um casamento

o querer mais ser a

sou

tremer, mas eu forcei

essoa mais cruel do mundo. Agora que assinaste, po

para a

us olhos cheios de uma mi

vais arre

rrependo das m

uma última vez, dep

, deixando um silêncio

ntindo-me compl

ha segurado finalmente

steza pela perd

ão, pelo facto de que, no final

elemóve

Dona E

esgraçado foi procu

e. Ele a

mas, tentando fazer a

Finalmente

uma

sobre a Sofia. Aquela mulher é uma atriz. Ela está ap

sei,

cisares de alguma coi

gada,

e olhei para o acord

te, era

tava

o meu coração se

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A Última Chama Apagada
A Última Chama Apagada
“No dia do nosso terceiro aniversário de casamento, preparei um jantar à luz de velas, com o coração cheio de esperança. Mas essa esperança desfez-se com uma única mensagem do meu marido, Pedro: "A Sofia tentou suicídio outra vez. Estou a ir para o hospital. Não me esperes para jantar." Logo a seguir, veio uma foto dela numa cama de hospital, com os pulsos enfaixados, e Pedro a segurar a mão dela, com os olhos rasos de dor. A legenda? "Ela precisa de mim." O meu coração, que eu achava estar dormente, latejou. Ele precisava dela. E eu? No nosso aniversário, eu não precisava dele? Era eu tão descartável assim? Quando ele regressou, exigiu que eu fosse "compreensiva", acusou-me de ser "cruel" por querer liberdade, e ainda me culpou pelas "birras" da ex-namorada. A minha sogra teve de o forçar, mas ele, ao assinar o divórcio, virou-se para mim e disse: "Ela tentou suicídio outra vez por tua causa. Vais arrepender-te." Sentia-me a vilã da história, acusada de egoísmo por apenas querer ser vista. Como cheguei a um ponto onde a minha própria felicidade era considerada crueldade? A sua porta fechou-se com um clique final, mas eu já tinha pego no telefone. "Advogado Martins? Sou a Catarina. Quero iniciar o processo de divórcio." A partir daquele momento, a minha vida não seria mais sobre ser a segunda opção.”
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